Se tem uma criação dos homens que considero fascinante é a fotografia. Amo, amo, amo!! O passado fica mais claro, as histórias mais interessantes, a saudade mais palpitante e o momento torna-se imortal. É a lembrança que passa de geração para geração num (maravilhoso) simples pedaço de papel.
Nesse fim de semana, entre um sábado com cara de poucos amigos, e um domingo lindo, tirei um tempo para escanear fotos da família, algumas mais velhas que eu. Elas retratam as histórias de vida do meu pai, Mário, e da minha mãe, Juliana (e, por que não dizer, da minha também). Eles ainda não se conheciam, mas já sabiam que um registro fotográfico tem valor incalculável.







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