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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Antes da meia noite

Na noite de hoje, após às 23h 30min, espero estar cantando (e pulando, e dançando) algumas das boas músicas da banda Capital Inicial. Sim, o grande dia finalmente chegou. Daqui a algumas horas, eu, meu namorado, meus amigos e outras milhares de pessoas assistiremos de perto esse baita show. A preparação já começa desde então, com o Som de sexta. Curte aí! ;)


quinta-feira, 28 de junho de 2012

A primeira vez

Experimentar é bom demais. Surpreenda-se, pois a afirmativa vem de uma taurina bem tradicional, que gosta de segurança e tranquilidade. Mas antes que possam surgir pensamentos estranhos sobre o título e afirmação, explico. No início da semana tomei coragem e... Coei meu primeiro café! (Óoooo). Sim, adoro a bebida, mas nunca havia realizado o processo, assim como nunca preparei um chimarrão sequer (momento confissão terrível).


Eis que no início da semana ganhei coragem e enfrentei o coador, marrom, de plástico. Peguei um filtro (que já estava mofando lá em casa, se é que isso é possível) e armei o circo. Esquentei a água, coloquei duas colheres de sopa de café e uma leiteira embaixo. A receita devia dar conta de duas xícaras.


Tudo estava indo muito bem até o primeiro gole. Eu, que não gosto de açúcar com café, quase tive que recorrer a ele. Ficou, forte, mas muito forte. Tão forte que não consegui beber tudo. Lágrimas. Para o fim de semana, no entanto, estou programando uma reconciliação. Pretendo fazer uma sobremesa, a do Afogatto de Brigadeiro, que leva café coado junto. Aí, sim, doses mais controladas para garantir a felicidade do paladar. No Provar para crer da próxima quinta-feira conto como foi a aventura.

O Café do Nonno é produzido na região das Altas Montanhas do Espírito Santo.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fiquei na janela

Ao rever as fotos de minha viagem a Vitória (ES), no início de maio deste ano, reservei um tempo a mais para contemplar uma imagem em especial. A fotografia que fiz do alto do esplêndido convento Nossa Senhora da Penha me deixou apaixonada. Amei relembrar, amei ter vivido aquele lugar, mas amei ainda mais uma janela. Pode haver parte mais interessante em um prédio, em uma casa, em um coração?

Descobri (de novo), naquele instante, que amo janelas. Emoldurar paisagens e guardá-las com o clique da câmera já se tornou uma das minhas tarefas preferidas. Por trás dos vidros, da madeira, da fechadura há tanta vida. Se abrem segredos, histórias, passados, flagras. E quem nunca se rendeu a uma janela, ao se debruçar sobre ela, que atire a primeira pedra.

Cansar de admirar tamanha beleza, jamais. Afinal, o que seria das princesas, das serenatas, dos românticos? O que seria do sol e dos limpadores de vidros? Parede duras, intactas, teimosas abrem exceção. Permitem que novas ideias surjam, que novos ventos soprem, que a chuva consolide sua beleza. Uma, duas, três janelas. O que for preciso para deixar a mente alçar voo e o olhar alcançar a vida.

Abaixo janelas que quis sentir para sempre.







terça-feira, 26 de junho de 2012

Procurando sorrisos

Nos últimos dias ando desanimada. Muito desanimada, diga-se de passagem. Mesmo assim não quis deixar o blog abandonado. Demorou muito para que ele saísse do papel. Demorou mais ainda para que eu conseguisse atualizá-lo dia após dia, semana após semana. Todo esse comprometimento traz felicidade e um sentimento de dever cumprido, objetivo alcançado.

Por isso, ao chegar quase no fim desta terça-feira, deixo aqui um vídeo que já me fez chorar muito. Mas ao contrário do tom melancólico deste post, os 38 segundos de filmagem fizeram (e ainda fazem) brotar muitas lágrimas de tanto rir. Afinal, quando se está "pra baixo" é necessário, mais do que nunca, procurar coisas que consigam o tão esperado e desejado "pra cima". ;)




segunda-feira, 25 de junho de 2012

Lembranças soltas

Segunda-feira. Dia oficial de Heloísa se atrapalhar pela manhã. Afinal, o primeiro dia útil devia ser reservado para descansarmos do fim de semana, não é mesmo? Ok, ok. Desculpas preguiçosas à parte, vamos ao que interessa.

Hoje pela manhã quase perdi o ônibus. De novo. Seria a segunda vez em menos de uma semana. Tsc, tsc, tsc. Como sou adepta a um meio ambiente mais limpo, a um trânsito menos caótico, a uma economia de money, e por aí vai, de vez em quando uso o transporte coletivo para vir trabalhar. Por isso, de vez em quando saio atucanada de casa. Passos largos, respiração ofegante e ônibus me deixando a ver navios.

Mesmo na correria, que dessa vez serviu para alguma coisa, consegui captar uma cena interessante. Ao lado da caixa d'água (sim, eu moro perto dela!), em Vera Cruz, existe uma escola. No momento em que passei pela frente, no outro lado da calçada, percebi que crianças tomavam o pátio. Mesmo sem conseguir saber se aproveitavam o intervalo ou se realizavam atividades de aula, notei dois elementos junto às crianças. Eram policiais.

Sem entender o que estava acontecendo, apenas notei que crianças abraçavam a dupla. Foi aí que voltei aos anos 90. Quando pequena, simplesmente A-DO-RA-VA passar no Centro de Santa Cruz do Sul para acenar aos policiais. Chegava a ficar de joelhos, no banco de trás, para dar o último adeus. Por incrível que pareça, numa dessas acertei.

O tempo passou, cresci, virei jornalista e motorista, li livros, artigos, assisti a filmes e nunca mais fiz questão de acenar para os tais guardiões (salvo exceções). Os motivos? Dessa vez prefiro deixá-los nas celas.


Foto: Internet

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Agora, pra sempre

Já estava conformada com a ideia de não ir ao show do Capital Inicial, dia 29, em Santa Cruz do Sul. Nem falava mais sobre o evento para evitar que o estômago se remoesse. Todo esse martírio, no entanto, se estendeu até ontem quando amigas me motivaram a ir. Resultado? Ingressos comprados e guardados com todo o carinho do mundo!


Eu, que já assisti a performance da banda por duas vezes, não vejo a hora de cantar todos os seus sucessos de novo. Por falar nisso, foi uma dificuldade só escolher apenas uma música deles para registrar no Som de sexta. E se a escolha não fizer sentido, você já sabe...



quinta-feira, 21 de junho de 2012

Yoki de queijo

Bem que eu gostaria de falar sobre picadinho, mas o Provar para crer de hoje traz algo que eu amo de paixão. Desde os velhos (nem tão velhos assim) tempos da Unisc, nutri um amor sem igual pelos tais pães de queijo. Ô delícia! Intervalo sem eles não tinha mesmo sabor. E a decepção quando já haviam esgostado?

Para relembrar um pouco, esses dias resolvi colocar a mão na massa. Produzi pães de queijo a partir de uma mistura pronta da Yoki. Um desafio, já que nunca havia utilizado o produto. De início quase deu vontade de usar uma máscara, daquelas cirúrgicas, para não enjoar do cheiro de queijo. Depois, seguindo os passos descritos na embalgem, as delícias foram ganhando forma e o aroma começando a melhorar.

É claro que Heloísa na cozinha não é estilo Branca de Neve cozinhando para os sete anões, com pássaros cantando e esquilos dançando. Não gosto muito de cozinhar, por isso prefiro coisas práticas, rápidas e boas respostas. Utilizar batedeira, então, foi um sacrifício.

No pacote da Yoki dizia para usar apenas meia xícara de água. Como a massa ficou muito estranha e dura demais, dei um jeitinho. Adicionei mais uma xícara grande. Ali acreditei ter afundado, de vez, os salgadinhos.

Com tudo pronto, tentei fazer bolinhas para que os pãezinhos ficassem pelo menos bonitos. Tentei dar forma a eles, mas foi impossível. Resultado: mãos totalmente melecadas. Sendo assim, resolvi fazer porções conforme o formato da colher mesmo. Ficou uma lindeza!


Depois de váááários minutos no forno elétrico (não pode ser feito no micro) ficaram (meio) prontos. Estavam tão moles por dentro que pareciam crus. (Será que foi o pouquinho a mais de água?). Maaaas, mesmo com tantos percalços, os pães de queijo ficaram uma delícia, modéstia à parte. Pelo menos ninguém se arriscou a dizer o contrário.



quarta-feira, 20 de junho de 2012

Entre linhas

Estou contando as horas, os minutos e os segundos para começar minhas aulas de tricô. A professora será minha colega Cleonice de Carvalho, que se ofereceu para essa temida missão. O primeiro novelo e as agulhas já estão compradas. Tudo pela campanha Lã para o frio!!

Por falar na corrente de solidariedade, foram mais de 70 novelos de lã arrecadados. E ainda tem as contribuições em dinheiro. Em breve mostro aqui um vídeo da vó Erica fazendo algumas peças. Ah, e ainda dá para fazer doações, viu? :)

Alguns novelos doados para a campanha das mantas

terça-feira, 19 de junho de 2012

De esquerda

Se minha avó paterna tivesse participado ativamente do meu processo de alfabetização tudo teria sido diferente. Claro que não lembro, mas nos primórdios de minha escrita, contam que ela aterrorizava meus pais: "Essa criança não pode ser canhota. Tem que escrever com a outra mão!". A luta dela foi em vão. E não lamento por isso (muito pelo contrário). E lamentaria menos se não fossem as dificuldades esquerdianas que surgem de vez em quando.

Devido à campanha Lã para o frio decidi aprender a tritocar. Ontem, segunda-feira, quando estava perto de ter minha primeira aula, eis o obstáculo: como um destro ensina um canhoto? Logo veio à tona a lembrança do meu namorado tentando me ensinar a tocar violão. Adivinha qual foi a primeira preocupação dele? "Mas como vamos fazer se tu é canhota?". Momento para risada maligna de minha avó.

As dificuldades na vida de um "esquerdista" ainda são maiores. Ao escrever um simples cartão a luta para não borrá-lo é grande. Portanto, escrever à mão sem sujar os dedos é outra missão. Encontrar uma cadeira com apoio para o braço esquerdo, em concursos, é outro dilema. Ó, céus! E por falar em religião, por que Jesus não sentou à esquerda de Deus Pai Todo Poderoso? E por falar em trânsito, porque permitem conversão à esquerda, prática que provoca confusão? E por falar em ensino, porque as pessoas não cursam faculdade de Esquerdo?

Mas mesmo que o Google aponte coisas como "canhotos vivem menos", "canhotos são mais mal-humorados", "canhotos morrem mais cedo" também existem os defensores de "canhotos são mais inteligentes", "canhotos são mais criativos", "canhotos são mais espertos" e por aí vai. E é claro que sou fã dessa última linha de pensamento, se é que entendi direito.

 Pelo menos o coração está do nosso lado



 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Ti(r)os da vida

Certa vez, quando contava feitos de um tio para minha mãe ela disse: "Daqui a uns anos talvez vocês nem se falem mais". Achei aquilo um absurdo. Como uma relação tão intensa poderia acabar? O tempo foi passando e minha revolta começou a ficar com as bochechas vermelhas. Era vergonha por ter existido.

Na verdade, a indignação, nesse caso, pode até ganhar ares de um choro antecipado pelo que vai acontecer. Uma luta inútil contra o futuro. Afinal, sempre tive (e ainda tenho) medo das premissas de minha mãe. Várias vezes ela acertou em cheio. Sobre amigos, sobre amores, sobre estudos, sobre trabalho. Como pode isso? Experiência, erros vividos, creio eu. E a angústia se antecipa. Quais serão suas próximas adivinhações?

No domingo, dia 17, a família se reuniu para celebrar mais um ano de vida de um integrante. Dois anos de um ser pequeno, mas de grande energia. Meu afilhado, filho de outra tia. Quando nasci ela vivia seus vinte e poucos anos (e eu também aproveitei eles). Agora, vivo meus vinte enquanto o filho dela começa a curtir a vida.

Do namoro na sala vi surgir uma casa, um casamento. Na morada nova eu e meu irmão fazíamos e acontecíamos. Era o paraíso dos sobrinhos. Anos se passaram e crescemos. Em nossos tios também cresceu algo, a vontade de ter filhos.

No curso normal da vida, deixamos as noites de "férias" por outros interesses. Eles trocaram o ritmo de suas vidas pela dedicação a crianças ainda mais especiais: seus três filhos. Agora, é a vez deles, meus primos. A vez deles. Aproveitar, brincar, sonhar, se rebelar. Antes que seja tarde. Antes que presságios maternos cheguem aos seus ouvidos.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Como o vento

Quem já assistiu o famoso Ritmo Quente, ou Dirty Dancing, lançado no fim dos anos 80, ao ouvir a música abaixo logo vai reviver aquela história linda do filme. Roteiro, por sinal, que eu não canso de rever e rever e rever. Som de sexta apresenta...


Não consigo olhar nos seus olhos. 
Ela é demais para mim.
Só um tolo para acreditar que...
Ela tem tudo que eu preciso.
 Ela é como o vento.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Tortinha

Barrinha de cereal é bom demais, contrariando dizeres da minha mãe. No Provar para crer desta quinta apresento a barra da Quaker, sabor torta de limão, que condiz um pouco com a crença materna. Nunca fui fã do doce, em sua forma original, mas achei que seria interessante experimentar.

Na primeira mordida, confesso, não senti nada de especial. Parece, na verdade, que ela traz uma camadinha de chocolate branco, mas não tão bom como deveria ser. Tem gostinho de limão, óbvio, mas o de mel, que faz parte da lista de ingredientes, se sobressai. O lado bom, no entanto, foi ter ingerido apenas 94kcal e saciar meu apetite voraz por doce. Acho que não adianta, serei uma eterna escrava do chocolate...


O produto
* Barra de cereal Quaker - Torta de limão
* Peso: 22g
* Inf. nutricionais: 94kcal; Carboidratos: 15g; Gorduras totais: 3,1g

quarta-feira, 13 de junho de 2012

De lã em popa

Graças ao coração bondoso de muita gente a campanha Lã para o frio é um sucesso. Para mim, na verdade, qualquer ação que consiga unir pessoas em prol do bem é motivo de comemoração. Já são mais de vinte novelos lindinhos que vão deixar muitas crianças felizes. Mas e as mantas? As primeiras unidades já começaram a ser confeccionadas! Minha avó, Erica Neitzke, está a todo vapor tricotando solidariedade.

Quem ainda quiser doar novelos (ou a quantia em dinheiro) pode fazer até a próxima sexta-feira, dia 15. Se preciso vou até a residência buscar o material. Mais informações pelo e-mail, heloisalp@yahoo.com.br, ou pelo telefone (51) 9701-5146. As mantas serão doadas aos alunos da Escola Municipal São Sebastião, de Vera Cruz, que, na maioria, são de famílias carentes.


Tá ficando bonito!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Criatividade, sô

Antes que qualquer parágrafo se forme preciso fazer um comentário sobre meu último post. Às vezes sou tão desligada que até me assusto. Pode jornalista assim?

Quando anunciei que iria assistir Madagascar 3 estava tão, mas tão certa que ele estava nas telinhas daqui que nem me preocupei em conferir. Resultado: em casa, consultando horários, descobri que seu lançamento seria somente no dia 8, ou seja, dois dias à frente do anunciado. Não, não, não. Sem comentários, Heloísa. (Ainda não assisti, mas é questão de tempo, ok?)
*****
Buenas, seguindo o baile. Hoje, ao pesquisar para uma das matérias do Anuário Brasileiro do Algodão, da Editora Gazeta, onde trabalho, encontrei umas ideias bem legais. Já que o clima de romantismo desta terça vai dar lugar ao junino, em breve, decidi compartilhar com vocês dicas interessantes para enfeitar a festança na roça. Conheci elas no blog da Altenburg e amei. s2




quarta-feira, 6 de junho de 2012

Trilegal

 

Véspera de feriado é a coisa mais boa do mundo! Sempre amei e acredito que vou continuar amando. Nada melhor que uma folguinha no meio da semana para descansar e curtir as coisas boas da vida. Por falar nisso, hoje é dia de cinema. Logo mais pretendo dar boas risadas com o Madagascar 3. A contar pelo trailer meu feriado tem tudo para começar em grande estilo. E você, já assistiu? ;)




terça-feira, 5 de junho de 2012

No alto

O fim de semana foi de tentativas. Mesmo com um começo triste, na sexta, o domingo rendeu boas risadas e descobertas. Depois de uma parada matinal em Santa Maria, eu e a família seguimos pelas estradas do Rio Grande para apreciar o que há de belo em terras desconhecidas.

Mesmo que rápido, o passeio rendeu contos e poesia. Em Cruz Alta, local que escolhemos para almoçar, entre apitos do trem e prédios históricos conhecemos (por fora) a casa do escritor Erico Verissimo. Hoje, por lá funciona um museu em sua homenagem. Entre as obras do renomado escritor estão a trilogia O tempo e o vento e Olhai os Lírios do Campo. Quer saber mais sobre Verissimo? Acessa aí http://www.estado.rs.gov.br/erico/