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terça-feira, 31 de julho de 2012

De volta

Nem sempre voltar é bom. Desconfio seriamente de uma possível depressão pós-férias rondando meu ser. Tudo estava tão bom, tão perfeito, tão quente, tão céu azul. Ah, se não fosse o bolso quase vazio, o coração apaixonado, as obrigações ordinárias. Quisera eu poder voltar e levar tudo o que amo comigo. E viver no mar, na selva, no esquecimento.

Como realidade e sonhos, nesse caso, estão muuuito distantes não resta outra direção. Seguir em frente, ir até onde dá. Por falar nisso, amanhã volto às atividades físicas. Preguiça de vez em quando até pode ser bom, mas não dá para levar adiante. Academia, aí vou eu, pronta para seguir mais um treino.

Que a mesmice termine logo. Caso contrário, minhas melhores esperanças terminarão.

Amanhã prometo post mais animador. Será sobre o povo capixaba e algumas maravilhas que vi no Espírito Santo. ;)

 Para aqueles que duvidaram de minha performance atlética

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Corações aquecidos

A sexta-feira foi muito cansativa, mas muito compensadora. Tudo começou pela manhã, quando as mantas da campanha Lã pra o frio finalmente foram entregues. Ao lado de minha avó, Erica, distribuímos as unidades para os alunos da Escola Municipal São Sebastião, de Vera Cruz.

A alegria das crianças estampada no rosto, no "muito obrigada" acanhado, nos gestos e afagos tornou o momento inesquecível. Ouso em dizer, aliás, que foi a primeira manta da vida de muitos. Se fosse possível, certamente faria tudo de novo (quem sabe outras pessoas se animam?).

Mais uma vez aproveito para agradecer todos aqueles que participaram da iniciativa. O interesse de cada um, a preocupação e a solidariedade ficarão registradas para toda a eternidade. Sem exageros, é a pura verdade. Muito obrigada! ;)










quinta-feira, 19 de julho de 2012

Lôco de bueno, tchê

Depois que descobri o carreteiro de charque todos os outros ficaram para trás na lista de preferidos. Claro que eu ainda amo o de linguiça, amo o de churrasco, mas o de charque se tornou meu queridinho. Ai, dá água na boca só de pensar.

Na semana passada tive o grande prazer de experimentar o prato no restaurante Gaudério, em Santa Cruz do Sul (RS). A porção, que era para duas pessoas, podia muito bem servir três. Mesmo assim, a gula foi tão grande que eu e o Vagner, meu namorado, devoramos tudo. Só eu me servi três vezes. Delícia, delícia, assim você me mata... (Não acredito que escrevi isso.)

Os últimos dias têm sido tão engordantes que o Provar pra crer de hoje é em dose dupla. Na noite de ontem, quarta-feira, resolvi fazer um bolo, lá pelas 23h (quem viu meu Face já sabe). Como as últimas experiências na cozinha não tinham sido nada boas - queimei uma leiteira para sempre e enchi o micro com água, fazendo miojo-, arrisquei o resto da esperança de cozinheira que permanecia em meu ser. Com medo do resultado, fui em frente.

Quando o relógio marcou meia-noite, e um cheirinho bom invadiu a cozinha, tirei o dito cujo do forninho. Para surpresa e alegria de todos... O bolo deu certo! Nem acreditei. Lágrimas forever. Maaaaaas é claro que nem tudo foram flores. Dá uma olhada na foto abaixo. Mas é como dizem: nessa vida beleza não é tudo. (Ainda bem!)


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Só mais um minuto

Exercício físico e Heloísa sempre foi uma dupla muito distante. A aproximação causava constrangimento. Sabe aquela pessoa que você tenta, tenta, tente puxar conversa e nunca rende nada? Uma frase termina, mas outra não surge? Assim sempre foi minha relação com caminhadas, academia, musculação, entre outras atividades.
 Academia Movimento & Saúde, em Vera Cruz

Em janeiro deste ano tudo isso mudou. Sim, já faz seis meses que frequento academia. Às vezes nem consigo acreditar. Sou aluna que se puxa, que procura ir as três vezes por semana, conforme estabelecido. Claro que a preguiça impera de vez em quando, claro que o frio faz ajustes nos horários, mas o que mais me impressiona é o gosto que tomei pela prática. Não consigo me imaginar sem (nem quero!).

Como isso aconteceu? Sinceramente não sei. Talvez de tanto ler "exercício faz bem", "quem é sedentário pode ter sérios problemas de saúde", "ao praticar exercícios os benefícios são muitos" meu cérebro, meu corpo e minha mente entenderam que era a hora de deixar o sofá e as guloseimas de lado. Era hora de recorrer a algo que realmente é do bem.

Confesso, porém, que de vez em quando dá vontade de desistir. É tão mais cômodo ficar em casa, no quentinho. Mas aí vem aquela lição que decidi carregar para sempre: prefiro gastar uma hora e meia a cada ida na academia do que dias deitada na cama de um hospital. Prefiro me mexer do que encurtar o tempo de vida, ou evitar que, no futuro, eu faça parte do grupo de obesos, hipertensos, atrofiados e outros grupinhos.

Para reforçar esse meu pensamento "ui, sou saudável" sempre procuro ler materiais a respeito. Hoje, enquanto fazia meus 20 minutos de bike aproveitei para reforçar meu leque de leitura. Folhei a Women's Health e encontrei várias matérias interessantes, de nutrição à musculação. Foi aí que lembrei de compartilhar algo do tipo aqui no blog.
No link abaixo tem um texto bacana sobre o ovo (li em outra edição da revista). Depois de estudos, cientistas chegaram à conclusão de que ele pode fazer muito bem pra quem come com moderação. Confera e depois me convida para apreciar uma omelete. Pode ser? ;)

Ele não é vilão!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Falta pouco, depois de muito

Difícil descrever o sentimento diante de uma meta alcançada. É bom demais, mas ainda parece pouco. O fato é que as mantas da campanha Lã para o frio estão prontas. Sim, prontinhas da Silva e prestes a ganhar pescocinhos ávidos por algo quentinho. Ah, se lembro do dia no qual enviei o e-mail aos amigos, receosa da aceitação por parte deles.


As peças já estão separadas para a entrega, na próxima sexta-feira. Pequenos laços envolvem, agora, um grande gesto. Da mesma forma que não encontrei palavras para descrever tamanha felicidade, diante do resultado, também não as encontro para agradecer a todos que participaram.

Foi demais coletar novelos, moedinhas, contar com a ajuda de gente que nem esperava, que nem conhecia e repassar tudo para a vó Erica. Foi mágico e inesquecível acompanhar lãs ganhando forma de solidariedade.  Foi lindo saber que nem tudo está perdido. Foi melhor ainda transformar o "eu" em "nós". Muito obrigada!




segunda-feira, 16 de julho de 2012

À venda

Sou daquelas pessoas que precisa compartilhar as próprias ideias e torcer para que sejam aprovadas. Não consigo acreditar sozinha nas minhas criações. Preciso de uma pré-aprovação. Caso contrário desisto fácil. Muito fácil.

No fim de semana, entranhamente não me deixei levar pela opinião alheia. Talvez porque eu concordasse com ela. O fato é que coloquei em prática algo que "sonhava" há tempo, e que todos duvidavam, quase certos de um possível fracasso. Mesmo diante das desconfianças, abri um comércio. Sem maiores exageros, no sábado foi realizado o primeiro Brechó da Lolô. Saiu do papel e da vontade para ganhar a glória.


Durante três horas, eu, meu irmão Eduardo, minha mãe Juliana e mais dois amigos, André e Batora, comercializamos objetos e roupas usadas. Isso mesmo, aquelas coisas que estavam sem utilidade em nossos lares ganharam vida nova em novas mãos.

Para surpresa de todos (inclusive minha) a iniciativa foi um sucesso. Meus olhos brilham até agora e meu sorriso pede passagem a cada lembrança daqueles minutos inesquecíveis. Sim, para mim foi como a consolidação de um pequeno sonho. A neta e bisneta de comerciantes, enfim, sentia na pele o gostinho da herança sem preço.

Além das vendas, o sábado também serviu para reunir pessoas que gosto e estimo demais (e que tiveram papel fundamental para a execução do brechó). Até o seu André, que andava sumido, compareceu. E mais uma vez tive a prova de que meus amigos não mudam. São as mesmas pessoas divertidas, complicadas, loucas, leais e amigas de sempre.

Cada centavo do brechó se transformou em nada perante os momentos divertidos compartilhados lá no Rincão da Serra. Agora, a esperança é de que venham muitos outros. Tudo para que não seja necessário comprar felicidade. Em setembro tem mais. ;)




sexta-feira, 13 de julho de 2012

O dia

Dia Internacional do Rock. Dia de relembrar os velhos filmes de terror. Dia mais feliz da semana. Dia de rei no Som de Sexta. E o melhor, em dose tripla! Se não for agora, reserve pelo menos uns minutinhos dessa sexta-feira 13 para dançar um pouquinho. ;)


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Quero mais

Sabe aquelas degustações de supermercado? Você tem dúvidas de que isso realmente funciona? Fale com minha mãe e entenda o poder que aquelas moças de avental têm. Do simples gesto, da indagação "Aceita um pedaço?", "Quer experimentar?", novos produtos mergulham no carrinho de compras, quase toda vez. O último foi o Temper Cheese - sabor salmão, da Santa Clara. Adorei o fato de minha mãe ter parado na degustação.

O produto "é fabricado a partir de queijo prato lanche, acrescentando o sabor e creme de leite", de acordo com o site do fabricante. Eu achei uma delícia. É perfeito para colocar em cima das famosas bolachas água e sal. Só não dá para comer aos montes. Altas chances de enjoar.

O potinho aqui de casa está quase no fim. Desconfio seriamente que a dona Juliana aprovou bem mais o tal queijo do que eu. Na próxima ida ao mercado espero poder adquirir um sabor diferente e ainda comprar torradinhas, que devem ficar deliciosas cobertas com o creme. Após meus desastres na cozinha, divididos neste blog nas últimas quintas, finalmente um Provar para crer bom de verdade. Manda ver!


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Minha espontaneidade

Não sei quando foi, mas creio que perdi um pouco da verdadeira Heloísa. Sinto isso todos os dias, mas tem vezes que o sentimento aparece com mais intensidade. Tenho a impressão de que o espontâneo, o simples e o divertido me deixaram há anos. Nas novas relações e amizades parece que nunca mais consegui ser a mesma de antes. E numa breve auto-avaliação, acho que isso não foi tão bom assim.

O tempo passou. Amadureci com erros, com acertos e com novas companhias. Sou feliz por tudo o que arrecadei, mas parece que deixei de lado algo que não gostaria de ter deixado. Quem dera poder voltar à quinta, sexta série no colégio e reviver momentos eternamente. Quem dera ter ficado lá, penso de vez em quando. Brincar na casa da avó de uma colega, ser dedurada por atravessar a rua e comprar pirulitos, fazer novas excursões a cemitérios, cantar e pular em frente às câmeras de hotéis, recolher lixo até cansar. Ah, quem dera.

Por sorte, ou não, o tempo passa. A criança, a adolescente fica de lado para se tornar adulta. Como se isso fosse grande coisa. Horários a cumprir, problemas de gente grande para resolver, homens para dar dor de cabeça, salário que sempre parece pouco diante de tantas contas. Ah, felizes os tempos em que a maior preocupação era a prova de matemática no dia seguinte, que o maior medo era enfrentar o diretor, que os melhores minutos eram o do recreio.

As pessoas que mais marcaram minha vida vieram da escola, se consolidaram entre brincadeiras de criança e angústias nem tão agustiantes. Amigas que carrego até hoje como se fossem medalhas de ouro, jóias que se ganha uma vez só na vida e que não dá pra achar igual em nenhum outro lugar vieram nos tempos de Big Big, Kevitos e tazos.

Mesmo que o tempo surja maldoso, vilão, querendo separar tudo isso, é a vontade em querer reviver dias preciosos que me emociona. Hoje, até chorei de rir de novo. Fazia tempo que minhas lágrimas não eram tão espontâneas assim. Obrigada, gurias.





terça-feira, 10 de julho de 2012

Tempos de moça

Sem avisar com antecedência, sem preparar a mãe e a irmã, Velma se tornou mocinha. Assim, de repente, de uma hora para outra nosso baby deixou de ser baby para começar a viver como mocinha. A natureza entendeu que era o momento.

Agora nossa pequena linguicinha pode começar a encantar totós por aí. Mas aviso de antemão que não será fácil. Pra namorar ela o pretendente vai ter que fazer tudo à moda antiga. Primeiro trocar olhares pela cerca, trazer ossinhos com laços cor-de-rosa e chocolates sabor ração de carne, visitar a família aos domingos, entre tantas outras coisas. Por enquanto não pode nem pegar na pata.

Os tempos podem ter mudado para as mulheres, mas não para nossa cachorrinha. Ora, essa. (Discurso de irmã que ainda não acredita no crescimento da sua filhote).


Primeiras fotos de Velma moça

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Na torcida

De uns tempos pra cá decidi não perder oportunidades. Aproveitar todos os convites, participar de tudo, inventar moda e confraternizar. Se tem entrada free, bóia e bebida de graça pode chamar que eu vou! Viagens, jantares, teatro, quermesse, baile da terceira idade... Tudo, tudo, tudo. A vida é pra se aproveitar, não é isso? (Só não vale chamar pra levar injeção na testa).

Essa minha doutrina, por sinal, rendeu momentos bem divertidos e diferentes no fim de semana. Sábado, por exemplo, participei da torcida da Afubra - empresa na qual meu pai e meu irmão trabalham-  na escolha das soberanas da 28ª Oktoberfest. Apesar da candidata ficar sem a coroa, balançar bandeirinhas, vibrar com os bate-bate, cantar, gritar e fazer parte da melhor torcida foi uma experiência pra lá de interessante.


Já no domingo, mesmo diante de um frio de louco (dos mais dementes) e com uma baita dor nas costas (de tanto torcer no dia anterior), me aventurei pelas bandas de Santa Maria com a amiga Dayane Schmidt. Lá, à tarde, torcemos pelos Chacais, time de futebol americano de Santa Cruz do Sul, que jogou pelo Campeonato Brasileiro.

E pela primeira vez na história da minha vida fui pé-quente, ao lado de mais um monte de gente. Exageros à parte, mesmo sem entender nada, absolutamente nada do que acontecia em campo, gritei (algumas poucas vezes) pelos guris. Resultado: 18 a 6 contra os Soldiers.


Das experiências de querer fazer tudo, de procurar o diferente, já coletei uma série de histórias. Teve jantar de vovozinhas, ida em circo bizarro, exposição fotográfica onde nem os próprios expositores estavam, chá da alta sociedade com comes acabando, entre tantos outros. Apesar das "frias", continuo na ativa. Fico esperta ao primeiro sinal de "quer ir comigo?", "tenho um ingresso sobrando". Enquanto meus amigos e família torcem para que eu não surja com mais uma "loucura", eu torço para que isso nunca acabe. Mas agora, neste momento, torço muito, muito mesmo, para que minhas costas melhorem. Por favor, permaneça, também, na torcida.




sexta-feira, 6 de julho de 2012

Ainda bem

Sexta-feira. Ainda bem. Chuva no lugar da seca. Ainda bem. Viagem se aproximando. Ainda bem. Programa diferente agendado para o domingo. Som de sexta. Ainda bem!


Ainda bem
Que agora encontrei você
Eu realmente não sei
O que eu fiz pra merecer
Você

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Por água abaixo

Quinta chuvosa e fria. Prefeita para falar de comida. E seria ainda mais se não fosse eu falando. Como muitos já sabem meu forte não é cozinha, nem receitas, nem nada que envolva horas preparando comes. Mesmo assim, como uma pessoa determinada (e um pouco teimosa), insisto em promover aventuras culinárias.


A ideia da última surgiu durante uma visita ao Facebook. Diveeersos amigos começaram a compartilhar a foto do Afogatto de Brigadeiro (receita abaixo). Assim, comecei a me interessar cada vez mais. Passei para várias pessoas por e-mail e decidi: "Vou colocar em prática".


No fim de semana coloquei. Fiz e afoguei todas as esperanças da família de provar algo muito gostoso. Tudo bem que não segui à risca a receita, mas ela poderia ter ficado melhor. Poderia, somente pela força de vontade e trabalheira que deu. Talvez o café ficou muito frio, talvez o sorvete foi demais, talvez o brigadeiro ficou muito duro. Ó, céus, quisera eu ter certeza de algo. Principalmente da ausência de dom para cozinheira.



quarta-feira, 4 de julho de 2012

No lugar deles

Ultimamente ando com medo. Muito medo. À noite, quando deito para dormir, ele se intensifica ainda mais. Às vezes, de tão assustada, as lágrimas pedem para sair. A legítima fuga para não ver. Mas tanto desespero tem explicação. Confesso, talvez uma preocupação inútil. No momento, porém, inevitável.

Ultimamente ando com medo da morte. Não, esse não é um post de revelação. Não estou prestes a entrar no Reino dos Céus, nem estou depressiva a ponto de estourar os miolos. Calma, também não é para tanto. No fundo, o sentimento que acomete meu ser é difícil de explicar. Quem sabe ele veio depois de ter acompanhado um fim tão prematuro. Quem sabe ele sempre esteve ali, engavetado. Quem sabe já esteja indo embora.

Quando ouço, leio e vejo notícias, quando amigos comentam de doenças terminais, quando ouço aquela maldita (ou bendita) frase "Por isso temos que aproveitar as coisas enquanto dá" o corpo todo estremece. Chega a arrepiar. Imagina passar a virada de ano com quem se gosta e, no outro, se dar conta de que aquela foi a última vez? Ser pego de surpresa com um aviso ruim, uma visita inesperada?

Hoje, no aniversário de uma tia-avó, observei todos a minha volta. Todos que um dia não estarão mais. Tantas coisas boas compartilhadas, tantos segredos, tantas vitórias, tantos presentes. Comemoramos mais um ano, quem sabe, para acobertar coisas inexplicáveis, secretas, que nem se comentam.

E quanto mais evito pensar, mais eu penso. A agonia aumenta. Afinal, quem é perfeito? Quem consegue ligar para todos os amigos todos os dias? Quem consegue visitar familiares distantes com frequência? Quem consegue dizer aos pais e irmãos "te amo" todos os dias? Quem consegue se tolerante a tudo? Quem consegue acertar sempre? Ok, se você respondeu "sim, eu consigo" a todas as perguntas me procure. Aí, sim procurarei a primeira ponte.


terça-feira, 3 de julho de 2012

Deu pizza

Depois de apreciar, com vontade, um rodízio de pizzas na cidade vizinha de Santa Cruz do Sul (RS), meu estômago e todo o restante do corpo estão pedindo férias. Tudo o que eles querem agora é sombra e água fresca. Melhor, acho que nem água entra mais. Pobre indo na pizzaria com cupom promocional dá nisso. Tsc, tsc, tsc.

Sem forças para pensar em algo mais produtivo para postar hoje, resolvi unir o útil ao agradável. Hoje, quando li a Zero Hora, dei aquela paradinha básica na página dos quadrinhos, assim como faço na maioria das vezes. Amo, de paixão, aquelas tirinhas. Melhor ainda são os gibis. Ultimamente, por sinal, tenho lido algumas revistas da Turma da Mônica. Tudo de bom!

Por isso, nada melhor que a Magali para ilustrar o texto de hoje. Outras pequenas historinhas podem ser conferidas no Portal Turma da Mônica. Vale a pena tirar um tempinho para descontrair, rir, relaxar. Fazer tudo, menos comer.






segunda-feira, 2 de julho de 2012

Mantando ver, mantando bem


Desconfio seriamente do título deste post. Pessoas que me conhecem a fundo sabem que tenho esse "problema" de inventar demais. Às vezes, confesso, minhas ideias são meio bestas. Maaaas, até acho melhor pensar em algo duvidoso do que não pensar. Ou será que não? Dilemas à  parte, entenda a relação que quis fazer. Tcharãrãrã...

Lembra da campanha Lã para o frio, que comentei aqui algumas vezes? Hoje, finalmente gastei os R$ 55,55 arrecadados durante o útlimo mês. Dessa vez, no entanto, comprei novelos maiores, de 100g. Segundo minha avó Erica, que confecciona as mantas, as unidades desse tamanho rendem bem mais que as pequenas, de 40g.

No total já foram produzidas 32 peças. Ainda faltam 24 para aquecer todas as crianças da Escola Municipal São Sebastião, de Ponte Andréas, interior de Vera Cruz. Mas até o dia 20 deste mês as 56 mantas devem estar prontas para entrega. Será a celebração oficial do Dia do Amigo. Um presente especial, ofertado por pessoas legais, do bem, que se engajaram nessa causa. E olha que apenas 23 pessoas doaram lã ou dinheiro. Um grupo pequeno, mas de coração gigantesco.