Papai Noel, magia, sorrisos, bons preços e belas peças. Tudo isso estará reunido em só lugar, no fim de semana. No antigo mercado Poll, em Rincão da Serra, a edição de Natal do Brechó da Lolô promete!
Com muitas novidades, a equipe estará por lá, mais uma vez, para vivenciar dois dias de muitas recompensas. E elas certamente serão grandes. Afinal, quem não se emociona ao ver toda a mágica do Natal no olhar de crianças e até mesmo de adultos?
A grande novidade, sobretudo, é que agora o brechó estará aberto todos os sábados. Isso mesmo. Não será preciso esperar por um ou dois meses para adquirir roupas, calçados, entre outros acessórios e objetos por preços bem camaradas. Também tem comercial rodando na Rádio Com Vera Cruz 105.9 FM. Um brilho só!
No Clube da Helô você não paga mensalidade, não precisa de carteirinha, nem de exame médico. Aqui, quem tem mente aberta, bondade no coração e alegria no sangue é visitante vip. E para esses a entrada é liberada! Seja bem-vindo! :D
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Deu pizza
Todas as minhas aventuras na cozinha merecem uma dose de tensão. Sem muita prática e muito amor são poucos os pratos que se salvam. Aliás, também são poucos os que eu faço. Não haveria como ser diferente.
Esses dias, entretanto, resolvi colocar uma receita em prática: pizza de carne moída aos quatro queijos. Fui apresentada a ela durante mais uma edição do Cozinhando com Elis, curso de culinária promovido pela Afubra, neste ano. Amor (ou cheiro) à primeira vista.
O que mais chamou a atenção na bendita foi a ausência de massa. Isso mesmo. É deliciosa, mas não leva todo aquele carboidrato. Ela se sustenta na própria carne.
Abaixo reproduzo a receita original. Na minha foi acrescentado um tomate e excluído o creme de cebola e o alho da massa. Para a cobertura utilizei somente o queijo mussarela.
Mesmo com todo o nervosismo na hora de experimentar, todos se salvaram. E, modéstia parte, ficou uma delícia. Bom apetite!
Massa
500g de carne moída
1 pacote de creme de cebola
2 ovos
1 cebola média picada
2 dentes de alho picado
2 colheres de tempero verde picado
sal e pimenta a gosto
* misturar todos os ingredientes com as mãos. Espalhar sobre uma forma de pizza untada com azeite.
Cobertura
1 requeijão
300g de mussarela
300g de provolone ou gorgonzola
150g de parmesão
orégano e/ou manjericão
* espalhar sobre a massa. Levar ao forno elétrico por aproximadamente 25 minutos em temperatura de 200 graus.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Ilustre visita
O destaque do Brechó da Lolô - especial de Natal resolveu aparecer para uma visita. O Papai Noel, que deve fazer surgir os mais belos sorrisos no próximo fim de semana, está entusiasmado.
Na noite desta terça-feira, 4 de dezembro, todo feliz, procurou saber como estão os preparativos para a edição natalina. Enquanto as renas descansavam na grama vera-cruzense, o bom velhinho conversou, provou um belo cachorro quente, deu algumas risadas e ainda leu cartinhas, recebidas pelo e-mail. Essa cara é demais! Hohoho
Dona Juliana tietando o Noel
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Sem mais
Estava tão, tão, mas tão desanimada na semana passada que achei melhor deixar o blog de lado. Há problemas demais nesse mundão, não preciso contribuir mais, certo?
Alguns disseram que toda a tristeza e o cansaço eram retrato de mais um ano que se vai. Ainda tenho minhas dúvidas, mas quero, como nunca, que as férias cheguem logo. Enchi o saco de certas coisas.
***
Um pouco do processo de recuperação de energias, contudo, consegui desenvolver no fim de semana. Nada como correr, inventar, rir, abraçar cachorros e outras coisitas bonitas que se pode fazer por aí. É, às vezes é preciso "parar" um pouco, fingir que não está nem aí, provocar uma vibe diferente. Ando estranha demais. Por isso, quero um pouco de calma, de alma.
O post de hoje é rápido, mas não certeiro. De vez em quando digo coisas e não falo nada ao mesmo tempo. Se estou com medo, perdida e angustiada? Sim, estou. Mas me encontro, antes de tudo, motivada a fazer diferente e dar a volta por cima. Tem coisas que são como são, mas que não devem ser assim. À luta, então.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Em cartaz
Olhei para o calendário sobre minha mesa de trabalho e tive a brilhante ideia de contar quantos dias faltam para o Brechó da Lolô - especial de Natal. Foi aí que preocupação e emoção entraram em campo. Faltam apenas dez dias para o grande dia.
Claro que tudo está sob controle, mas aquele sentimento de ansiedade e de incertezas também aparece. É a velha questão da responsabilidade e da organização.
Deixando de lado temores e alegrias, o fato é que a 4ª realização está prestes a acontecer. Assim como nas outras edições, essa terá muitas novidades. Novos produtos, espaços para dispor e o melhor: a ilustre presença do Papai Noel!
Por tudo isso, os próximos fins de semana serão de trabalho intenso. No dias 1º e 2 de dezembro a equipe já deve começar a ajustar alguns detalhes. No outro, então, o grupo também estará a todo vapor, recebendo visitantes e botando pra quebrar (tomara!).
Mais uma vez fica o convite. Dias 8 e 9, a partir das 10h, no Rincão da Serra, em Vera Cruz, o Brechó da Lolô ganhará vida, mais uma vez. Apareça! :D
Claro que tudo está sob controle, mas aquele sentimento de ansiedade e de incertezas também aparece. É a velha questão da responsabilidade e da organização.
Deixando de lado temores e alegrias, o fato é que a 4ª realização está prestes a acontecer. Assim como nas outras edições, essa terá muitas novidades. Novos produtos, espaços para dispor e o melhor: a ilustre presença do Papai Noel!
Por tudo isso, os próximos fins de semana serão de trabalho intenso. No dias 1º e 2 de dezembro a equipe já deve começar a ajustar alguns detalhes. No outro, então, o grupo também estará a todo vapor, recebendo visitantes e botando pra quebrar (tomara!).
Mais uma vez fica o convite. Dias 8 e 9, a partir das 10h, no Rincão da Serra, em Vera Cruz, o Brechó da Lolô ganhará vida, mais uma vez. Apareça! :D
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Todo prazer
Considerando pensamentos e ações alheias, às vezes acho que sou de outro planeta. Ainda não compreendi se isso é ruim ou bom. O fato é que sou assim, meio E.T.. Enquanto todos caminham em uma direção, parece que ando em outra.
***
Se tem uma coisa que gosto demais é de fotografar. Sair por aí e clicar, clicar, clicar... Assim o melhor ângulo, a paciência dos modelos e todas as árvores, flores e paisagens entram na roda. Afinal, é muito bom compartilhar boas sensações, bons momentos.
Claro que estou longe de ser uma profissional. Mas o prazer está justamente no passatempo, na realização e no fazer para o "eu". Então seguem algumas dessas imagens, fruto de uma meia hora, num sábado (antes do domingo) lá no Rincão da Serra.
***
Se tem uma coisa que gosto demais é de fotografar. Sair por aí e clicar, clicar, clicar... Assim o melhor ângulo, a paciência dos modelos e todas as árvores, flores e paisagens entram na roda. Afinal, é muito bom compartilhar boas sensações, bons momentos.
Claro que estou longe de ser uma profissional. Mas o prazer está justamente no passatempo, na realização e no fazer para o "eu". Então seguem algumas dessas imagens, fruto de uma meia hora, num sábado (antes do domingo) lá no Rincão da Serra.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
É guerra?
Amizades entre homens e mulheres ainda vão render muito por aí. O assunto gere as mais diferentes opiniões. Há quem acredite, há quem não as considere somente amizades. Um pouco de toda essa polêmica eu acompanhei por esses vinte e quatro anos. O motivo? Sempre, mas sempre mesmo, tive amigos (grandes, por sinal) do sexo oposto.
Ainda na primeira série do ensino fundamental, quando conheci meu amigo-irmão, como o considerava, tive que ouvir, inúmeras vezes, piadinhas de mau gosto. Hoje, alguns ainda vêm me dizer que acreditavam num casamento. Veja só! Sem falar em ex-namorados que preferiram calar, desconfiados, e ver para crer.
Mais tarde, na faculdade, tive o prazer de compartilhar mais momentos bons, engraçados e tensos com outro ser do sexo masculino. Lá estava a dona Heloísa passeando, rindo, se divertindo e compartilhando momentos com mais um, para o desespero das velhinhas conservadoras que nem conheci.
Neste ano, no ambiente profissional, construí mais uma dessas amizades. Ao lado do Henrique desenvolvi projetos no trabalho, comprei bombons na Cacau Show, ri muito na companhia de mais pessoas e percebi que eu tenho, sim, essa facilidade para estabelecer amizades com guris.
Claro, tenho amigas, amo todas de paixão e as quero para sempre na minha vida. O fato é que, com base nas experiências, acredito, sim, em amizades entre homens e mulheres - e as considero pra lá de divertidas.
Talvez essa minha "tendência" se explique pelo fato de ter crescido à volta de avôs, tios, dindos, meu amado irmão, Eduardo e seus respectivos amigos. Pode ser, também, que não haja explicação. Há coisas que não se explicam.
Ainda na primeira série do ensino fundamental, quando conheci meu amigo-irmão, como o considerava, tive que ouvir, inúmeras vezes, piadinhas de mau gosto. Hoje, alguns ainda vêm me dizer que acreditavam num casamento. Veja só! Sem falar em ex-namorados que preferiram calar, desconfiados, e ver para crer.
Mais tarde, na faculdade, tive o prazer de compartilhar mais momentos bons, engraçados e tensos com outro ser do sexo masculino. Lá estava a dona Heloísa passeando, rindo, se divertindo e compartilhando momentos com mais um, para o desespero das velhinhas conservadoras que nem conheci.
Neste ano, no ambiente profissional, construí mais uma dessas amizades. Ao lado do Henrique desenvolvi projetos no trabalho, comprei bombons na Cacau Show, ri muito na companhia de mais pessoas e percebi que eu tenho, sim, essa facilidade para estabelecer amizades com guris.
Claro, tenho amigas, amo todas de paixão e as quero para sempre na minha vida. O fato é que, com base nas experiências, acredito, sim, em amizades entre homens e mulheres - e as considero pra lá de divertidas.
Talvez essa minha "tendência" se explique pelo fato de ter crescido à volta de avôs, tios, dindos, meu amado irmão, Eduardo e seus respectivos amigos. Pode ser, também, que não haja explicação. Há coisas que não se explicam.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Sem abobrinha
Faz tempo que não tem Provar para crer aqui no blog. Infelizmente, não posso dizer o mesmo das minhas aventuras gastronômicas. Nem dá tanto para chamar assim. Melhor seria intitular momentos baleia Orca ou qualquer outra coisa do tipo. Oh, porque comer é tão bom?
Hoje, porém, a seção volta com tudo. Abaixo apresento a rapadura de abóbora que ganhei do colega de trabalho Cleiton Santos. Eu, que nunca tinha provado, aprovei.
Sequinha por fora, cremosa por dentro e com gosto, digamos, exótico. Uma boa opção para adoçar qualquer dia. Ah, esse tamanho ainda pode ser divido com mais pessoas, assim como fiz. Baita belezura: uma barrinha, vários mundos doces. ;)
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Demais
Gosto de ter amigos diferentes. Cada um tem sua particularidade, brilho e magia. Sei de tantas histórias, tive o privilégio de participar de muitas, conheci tanta gente legal (outras nem tanto) e aprendi uma infinidade de coisas por meio dessas peoples todas, beeem especiais.
Foi isso que me motivou a buscar por oportunidades, aproveitar ao máximo os momentos e promover junções, viagens e tudo o mais que possa agregar vida à minha vida.
Nessa semana, ao conversar com um amigo pude refletir mais sobre essa minha sede insaciável pelo fazer. Entre goles de um delicioso moccacino, ele me incentivou a pensar em tudo o que eu já tinha feito nesse 2012. "Tu sempre tem alguma coisa pra fazer no fim de semana!", foi a frase que viajou longe pelo meu interior.
Essa vontade, julgada por alguns como saudável, por outros como fuga, não passa. Não sei se estou viciada, não sei se estou com medo de não ter "amanhãs" para realizar as aventuras. Não sei. Não sei.
Nessa onda de incertezas, minha única preocupação consiste em programar o próximo fim de semana. Ânsia essa que me fez não compreender, por quase toda a vida, o que é um domingo tedioso. Basta querer e fazer.
Foi isso que me motivou a buscar por oportunidades, aproveitar ao máximo os momentos e promover junções, viagens e tudo o mais que possa agregar vida à minha vida.
Nessa semana, ao conversar com um amigo pude refletir mais sobre essa minha sede insaciável pelo fazer. Entre goles de um delicioso moccacino, ele me incentivou a pensar em tudo o que eu já tinha feito nesse 2012. "Tu sempre tem alguma coisa pra fazer no fim de semana!", foi a frase que viajou longe pelo meu interior.
Essa vontade, julgada por alguns como saudável, por outros como fuga, não passa. Não sei se estou viciada, não sei se estou com medo de não ter "amanhãs" para realizar as aventuras. Não sei. Não sei.
Nessa onda de incertezas, minha única preocupação consiste em programar o próximo fim de semana. Ânsia essa que me fez não compreender, por quase toda a vida, o que é um domingo tedioso. Basta querer e fazer.
Um dos registros da viagem que fiz até a base da Força Aérea Brasileira, em Santa Maria (RS)
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Novidade na área
Sempre considerei concorrência um bom negócio. Quando se está sozinho, dominando tudo, com exclusividade, a tendência é a acomodação. Afinal, dá muito trabalho mudar. E se o time está ganhando? Deixa como está.
Felizmente algumas empresas (e pessoas) não têm escolha. Precisam encontrar alternativas sadias para atrair seus clientes e manter seus funcionários felizes. Em Santa Cruz, hoje tive a prova de que meu pensamento não está tãããão equivocado assim.
Há mais de um ano, um lugar que frequento não tinha climatização decente, não possuía ambiente muito agradável e até mesmo o relógio de parede não funcionava mais. Foi aí que outra empresa, do mesmo ramo, abriu suas portas. A mudança foi brusca e rápida. Até as paredes ganharam pintura nova e o tal tic tac ficou mais jovem. Quem ganha com isso? Todos, principalmente os usuários.
***
Já em casa, a linguicinha Velma foi presenteada com novo brinquedo. Rosa, grande, de pelúcia, limpinho. Uma maravilha! Concorrência fortíssima para o "bichinho azul" (ator de Avatar), amigo de longa data. A pequena cachorra tinha tudo para querer a novidade, linda, radiante como ela só. Adivinha, então, com qual ela resolveu ficar?
Diante da liberdade de escolha, Velma preferiu deixar de lado sonhos cor-de-rosa. Optou por brincar, pular e correr sob um baita céu azul.
Felizmente algumas empresas (e pessoas) não têm escolha. Precisam encontrar alternativas sadias para atrair seus clientes e manter seus funcionários felizes. Em Santa Cruz, hoje tive a prova de que meu pensamento não está tãããão equivocado assim.
Há mais de um ano, um lugar que frequento não tinha climatização decente, não possuía ambiente muito agradável e até mesmo o relógio de parede não funcionava mais. Foi aí que outra empresa, do mesmo ramo, abriu suas portas. A mudança foi brusca e rápida. Até as paredes ganharam pintura nova e o tal tic tac ficou mais jovem. Quem ganha com isso? Todos, principalmente os usuários.
***
Já em casa, a linguicinha Velma foi presenteada com novo brinquedo. Rosa, grande, de pelúcia, limpinho. Uma maravilha! Concorrência fortíssima para o "bichinho azul" (ator de Avatar), amigo de longa data. A pequena cachorra tinha tudo para querer a novidade, linda, radiante como ela só. Adivinha, então, com qual ela resolveu ficar?
Diante da liberdade de escolha, Velma preferiu deixar de lado sonhos cor-de-rosa. Optou por brincar, pular e correr sob um baita céu azul.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Lágrimas
Quando uma semana inicia triste ela tende a terminar assim? Esse é o grande dilema da minha melancólica segunda-feira. Motivos para tanto não faltam. Não irei listá-los aqui para evitar outras mentes depressivas e por aí vai. Dizem que pessoas negativas deixam pra baixo quem está próximo. Esse nunca foi, nem vai ser o objetivo deste blog. Por isso, foco, Heloísa.
Por falar em tristeza (ai, ai, ai)... Meu coração se encheu dela quando soube da morte da aranha abaixo. Detesto quando matam esses seres. Essa, em especial, nunca tinha visto na minha vida. (Alguém aí sabe dizer algo sobre ela?). Apareceu na manhã de um sábado, lá no Rincão da Serra. Não custava nada levá-la até o mato ou algo parecido. Afinal, quem é mesmo o grande invasor de habitats? Pernas pra que te quero.
Por falar em tristeza (ai, ai, ai)... Meu coração se encheu dela quando soube da morte da aranha abaixo. Detesto quando matam esses seres. Essa, em especial, nunca tinha visto na minha vida. (Alguém aí sabe dizer algo sobre ela?). Apareceu na manhã de um sábado, lá no Rincão da Serra. Não custava nada levá-la até o mato ou algo parecido. Afinal, quem é mesmo o grande invasor de habitats? Pernas pra que te quero.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Tudo de bom
Ainda estou me recuperando do fim de semana. A sexta, o sábado e o domingo foram de trabalho intenso, mas intenso de verdade. Assim como eu, pai, mãe, irmão, cunhada e namorado ainda procuram suas forças por aí. É que muita coisa ficou lá no Rincão da Serra, onde foi realizado o 3º Brechó da Lolô.
Desta edição, além das tradicionais risadas e ideias mirabolantes compartilhadas, colhi muitos ensinamentos. Chorei de cansaço, mas entendi que toda recompensa vem, mesmo que possa demorar um pouco. As visitas recebidas no velho armazém, a satisfação das pessoas que adquiriram peças por precinhos camaradas, as companhias maravilhosas que tive recompensaram tudo.
Confesso que às vezes não é fácil, mas estou apaixonada. Como o amor é um pouquinho cego, não consigo ver dificuldades. Só quero fazer mais e mais. Nessa segunda, por exemplo, quando deveria ter descansado, ainda encontrei fôlego para levar o querido brechó adiante, organizando detalhes.
Aproveito o espaço para agradecer a todos os envolvidos. Nada teria acontecido sem a ajuda da família, o carinho do Vagner, o apoio da dona Juliana e do seu Mário, o auxílio da cunhada Tauane e do irmão Eduardo, a força do amigo André e a paciência de todo mundo.
Em cada peça do brechó vi brotar mais um ramo de felicidade em mim. A frase pode parecer brega, mas só quero saber daquilo que me faz bem.
Ah, dias 8 e 9 de dezembro acontece o Brechó da Lolô - Edição especial, com presença do Papai Noel. Não vai dar para perder essa, hein? Bom, agora preciso (de verdade) ir dormir. Minhas costas já estão chamando. ;)
Desta edição, além das tradicionais risadas e ideias mirabolantes compartilhadas, colhi muitos ensinamentos. Chorei de cansaço, mas entendi que toda recompensa vem, mesmo que possa demorar um pouco. As visitas recebidas no velho armazém, a satisfação das pessoas que adquiriram peças por precinhos camaradas, as companhias maravilhosas que tive recompensaram tudo.
Confesso que às vezes não é fácil, mas estou apaixonada. Como o amor é um pouquinho cego, não consigo ver dificuldades. Só quero fazer mais e mais. Nessa segunda, por exemplo, quando deveria ter descansado, ainda encontrei fôlego para levar o querido brechó adiante, organizando detalhes.
Aproveito o espaço para agradecer a todos os envolvidos. Nada teria acontecido sem a ajuda da família, o carinho do Vagner, o apoio da dona Juliana e do seu Mário, o auxílio da cunhada Tauane e do irmão Eduardo, a força do amigo André e a paciência de todo mundo.
Em cada peça do brechó vi brotar mais um ramo de felicidade em mim. A frase pode parecer brega, mas só quero saber daquilo que me faz bem.
Ah, dias 8 e 9 de dezembro acontece o Brechó da Lolô - Edição especial, com presença do Papai Noel. Não vai dar para perder essa, hein? Bom, agora preciso (de verdade) ir dormir. Minhas costas já estão chamando. ;)
Manequins especiais foram a grande novidade desta edição
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Bora, bora
O tão esperado fim de semana chegou. Dessa vez ele é mais especial ainda, pois tem o 3º Brechó da Lolô. Apesar do cansaço, depois de tantos preparativos, ainda estou com todo o gás para deixar tudo brilhando e lindo à espera dos visitantes. E aí, que tal fazer uma visitinha?
Enquanto o sábado e o domingo serão de trabalho intenso para mim, quem pode aproveitar tem que aproveitar. Então, como de costume, eis o Som de Sexta. É, o findi tá só começando. Simbora! ;)
Enquanto o sábado e o domingo serão de trabalho intenso para mim, quem pode aproveitar tem que aproveitar. Então, como de costume, eis o Som de Sexta. É, o findi tá só começando. Simbora! ;)
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Mais
O tempo está corrido demais por aqui. Agora, na primeira hora da madrugada de quarta-feira, por exemplo, encontro alguns minutos para publicar o post de terça. E depois de dormir mais algumas horas tem academia, muuuuito trabalho e ainda os preparativos para o brechó, que não param.
Post básico, então, com outras imagens do fim de semana, quando uma galera se reuniu no Rincão da Serra para deixar tudo brilhando para os grandes dias. Ah, as últimas imagens são de belezinhas que estarão disponíveis nessa terceira edição. ;)
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Amor demais
Estou apaixonada. Finalmente sinto meu coração pulsando de novo com toda vitalidade possível. Eu, que andava tão desiludida com a profissão que escolhi, hoje vejo renascer meu novo vício: o Brechó da Lolô.
Passo os dias todos pensando nele, vou dormir imaginando o "grande dia", chego em casa e só tenho olhos para o bonito. Bendito, feliz e alegre o momento em que a lâmpada acendeu, que a ideia ganhou as ruas, ou melhor, o Rincão.
A animação é tanta que desconfio de uma ligeira chatice. Não tenho outro assunto, não tenho outras vontades a não ser o meu pequeno comércio, se é que assim posso chamá-lo. Finalmente algo que idealizei ganha forma e me deixa tão maravilhada, absolutamente saltitante e feliz.
O feriado do dia 2 de novembro e o sábado seguinte foram de muito trabalho. Toda a família se uniu para acertar detalhes e sonhar junta. Por favor, São Pedro, dá uma trégua maior e nos abençoa com um baita sol, tá? Eu e toda a equipe queremos ver mais uma edição brilhar.
Passo os dias todos pensando nele, vou dormir imaginando o "grande dia", chego em casa e só tenho olhos para o bonito. Bendito, feliz e alegre o momento em que a lâmpada acendeu, que a ideia ganhou as ruas, ou melhor, o Rincão.
A animação é tanta que desconfio de uma ligeira chatice. Não tenho outro assunto, não tenho outras vontades a não ser o meu pequeno comércio, se é que assim posso chamá-lo. Finalmente algo que idealizei ganha forma e me deixa tão maravilhada, absolutamente saltitante e feliz.
O feriado do dia 2 de novembro e o sábado seguinte foram de muito trabalho. Toda a família se uniu para acertar detalhes e sonhar junta. Por favor, São Pedro, dá uma trégua maior e nos abençoa com um baita sol, tá? Eu e toda a equipe queremos ver mais uma edição brilhar.
Você está convidado a prestigiar tudo isso e, quem sabe, fazer até umas comprinhas. No dia 10 de novembro o brechó fica aberto das 14h às 18h. Já no dia 11, domingo, o horário é das 10h às 16h. Mesmo com chuva tudo ocorre normalmente. Uma boa pedida para passear no fim de semana, curtir o momento e ainda tomar um chimas na companhia dessa megaequipe (momento "tô me achando"). Até lá! :D
terça-feira, 30 de outubro de 2012
A velha
Nos tempos de escola lembro que meus amigos e colegas me achavam séria demais. Nunca dei muito bola para isso. Para mim não fazia sentido o que eles diziam. Eu, que sempre brincava com todo mundo e que gostava de rir até chorar. Seriedade, parecia estar distante.
Semanas atrás pensei nisso novamente. Ao dar conselhos a um amigo, eis que ouço: "Ah, tu pensa igual a minha mãe". Há meses havia escutado isso de outras duas amigas. Desde então não consegui parar de pensar no que foi dito lá nos tempos de Ernesto. Eram videntes os meus coleguinhas? Por qual razão não tiveram outras visões e disseram que eu seria muito rica, que tal pessoa seria o amor da minha vida?
Confesso, meus pensamentos são racionais demais de vez em quando. Ao me olhar no espelho, muitas vezes tenho a impressão de que é a mãe, o pai, os avós, os tios que refletem. Que idade eu tenho mesmo?
Nas visitas que fiz a produtores, no oeste catarinense, me apaixonei pelo estilo de vida deles - na verdade, isso geralmente acontece quando vou a campo. Sempre almejei mais calmaria, mais qualidade de vida, mais tranquilidade, mais paz. Não curto holofotes, prefiro montanha no lugar de praia, gosto de andar descalça pela grama do que assistir televisão, adoro de paixão comidas feitas no fogão à lenha do que Mc'Donalds.
Serei eu um ser perdido da geração 80/90? Finalizo o texto. Desligo o note. Preciso pensar.
Semanas atrás pensei nisso novamente. Ao dar conselhos a um amigo, eis que ouço: "Ah, tu pensa igual a minha mãe". Há meses havia escutado isso de outras duas amigas. Desde então não consegui parar de pensar no que foi dito lá nos tempos de Ernesto. Eram videntes os meus coleguinhas? Por qual razão não tiveram outras visões e disseram que eu seria muito rica, que tal pessoa seria o amor da minha vida?
Confesso, meus pensamentos são racionais demais de vez em quando. Ao me olhar no espelho, muitas vezes tenho a impressão de que é a mãe, o pai, os avós, os tios que refletem. Que idade eu tenho mesmo?
Nas visitas que fiz a produtores, no oeste catarinense, me apaixonei pelo estilo de vida deles - na verdade, isso geralmente acontece quando vou a campo. Sempre almejei mais calmaria, mais qualidade de vida, mais tranquilidade, mais paz. Não curto holofotes, prefiro montanha no lugar de praia, gosto de andar descalça pela grama do que assistir televisão, adoro de paixão comidas feitas no fogão à lenha do que Mc'Donalds.
Serei eu um ser perdido da geração 80/90? Finalizo o texto. Desligo o note. Preciso pensar.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
No vizinho
Adoro YouTube em momentos de extrema canseira. Agora, por exemplo, quase não tenho mais forças para digitar, pensar, ler e até fechar os olhos. Aí o site de compartilhamento de vídeos exerce seu lindo papel de me permitir textos menores, sem maiores reflexões. É só postar um por aqui e tudo fica (quase) lindo.
O blá, blá, blá, porém, tem um baita motivo. Hoje estou em São Miguel do Oeste, no estado de Santa Catarina. Nesta segunda-feira conheci muitos produtores de tabaco na região, cujas histórias devem ser publicadas no Anuário Brasileiro do Tabaco 2012, da Editora Gazeta, empresa na qual trabalho. Tanto trabalho, é claro, resultou em um corpo e uma mente bem moídos.
Não há dúvidas de que tenho muitos relatos bacanas para fazer. Há propriedades que são como verdadeiros paraísos, sonhos de consumo - apesar do trabalho que dão. Também poderia refletir sobre minha vontade (crescente) de mudar de vez de vida.
Correr com meu cachorro pelo campo, buscar o cavalo para ir ao mercado, colher e comer frutas direto do pé e sentir, todo fim de tarde, o cheiro bom da terra, da chuva que se aproxima. Ah, um dia ainda me mudo pra lá.
O vídeo escolhido para ilustrar este post faz parte da ótima trilha sonora da viagem. Obra do fotógrafo Inor Assmann, meu companheiro da breve jornada. Amanhã já retorno. Mas e aí, será que volto mesmo para a cidade?
O blá, blá, blá, porém, tem um baita motivo. Hoje estou em São Miguel do Oeste, no estado de Santa Catarina. Nesta segunda-feira conheci muitos produtores de tabaco na região, cujas histórias devem ser publicadas no Anuário Brasileiro do Tabaco 2012, da Editora Gazeta, empresa na qual trabalho. Tanto trabalho, é claro, resultou em um corpo e uma mente bem moídos.
Não há dúvidas de que tenho muitos relatos bacanas para fazer. Há propriedades que são como verdadeiros paraísos, sonhos de consumo - apesar do trabalho que dão. Também poderia refletir sobre minha vontade (crescente) de mudar de vez de vida.
Correr com meu cachorro pelo campo, buscar o cavalo para ir ao mercado, colher e comer frutas direto do pé e sentir, todo fim de tarde, o cheiro bom da terra, da chuva que se aproxima. Ah, um dia ainda me mudo pra lá.
O vídeo escolhido para ilustrar este post faz parte da ótima trilha sonora da viagem. Obra do fotógrafo Inor Assmann, meu companheiro da breve jornada. Amanhã já retorno. Mas e aí, será que volto mesmo para a cidade?
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Me faz tão bem
Os ânimos, o corpo, a diversão e tudo mais agradecem a sexta-feira. Será assim até o fim dos dias. E será diferente apenas se instituírem novas sextas-feiras. Enquanto isso não acontece, a regra é aproveitar ao máximo a bonita, seja descansando ou batendo perna por aí. ;)
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Querido tempo
O almoço de hoje foi especial. Nada disso tem a ver com nova dieta ou com data comemorativa. Foi apenas uma senhora, de uns 70/80 anos, cabelos brancos, pequenina, aparentemente frágil que tornou o intervalo intenso, como deveria ser todos os dias.
Assim que terminei a refeição, e aguardava minhas companheiras, reparei na mulher sentada na mesa ao lado. Quando meus olhos miraram aquele momento, não quiseram mais deixá-lo. Quem reparou na forma indiscreta como fiquei observando pode até achar que ainda estava faminta, desejando o prato alheio. (Tranquilize-se. Não era nada disso.)
Desejei, apenas, ter o tempo daquela senhora. Longe de querer pular etapas da vida, mas quis aprender com ela a manter a calma; a repousar a faca no prato enquanto apenas o garfo costurava caminhos até a boca; a aceitar ajuda sem pestanejar; a agradecer pelo prato do dia - para isso ela fez o Sinal da Cruz; a reservar um segundo que seja, a cada dia, para esquecer da alta velocidade do mundo.
É verdade que morro de medo da velhice. Já comentei isso algumas vezes, já chorei por antecipação e já sofri sem necessidade. De fato, me conformei. Agora, a cada ida ao restaurante, nos passeios, no supermercado, nas praças e em tantos outros lugares vou prestar mais atenção. Quero parar de mastigar ansiedade. Quero aprender a comer direitinho e a digerir tranquilidade. Afinal, nessa vida para tudo há um querido tempo.
Assim que terminei a refeição, e aguardava minhas companheiras, reparei na mulher sentada na mesa ao lado. Quando meus olhos miraram aquele momento, não quiseram mais deixá-lo. Quem reparou na forma indiscreta como fiquei observando pode até achar que ainda estava faminta, desejando o prato alheio. (Tranquilize-se. Não era nada disso.)
Desejei, apenas, ter o tempo daquela senhora. Longe de querer pular etapas da vida, mas quis aprender com ela a manter a calma; a repousar a faca no prato enquanto apenas o garfo costurava caminhos até a boca; a aceitar ajuda sem pestanejar; a agradecer pelo prato do dia - para isso ela fez o Sinal da Cruz; a reservar um segundo que seja, a cada dia, para esquecer da alta velocidade do mundo.
É verdade que morro de medo da velhice. Já comentei isso algumas vezes, já chorei por antecipação e já sofri sem necessidade. De fato, me conformei. Agora, a cada ida ao restaurante, nos passeios, no supermercado, nas praças e em tantos outros lugares vou prestar mais atenção. Quero parar de mastigar ansiedade. Quero aprender a comer direitinho e a digerir tranquilidade. Afinal, nessa vida para tudo há um querido tempo.
Para apender como viver nessa louca vida também é preciso ouvir velhas histórias
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Let's go
Os ânimos para o 3º Brechó da Lolô estão a mil. A cada dia surgem mais e mais novidades. Hoje, por exemplo, houve momento de muita emoção: os primeiros cabides foram comprados. Pode parecer pouco, mas para algo que começou pequeno (a história você já sabe, né?) é uma grande vitória.
Nesta terça-feira também chegaram novos produtos. Estes devem atender o pessoal que pediu por números maiores, na última edição. Daqui a alguns dias publico uma série de imagens para mostrar essas belezuras. Tem cada coisa bacana... Aguarde!
Nesta terça-feira também chegaram novos produtos. Estes devem atender o pessoal que pediu por números maiores, na última edição. Daqui a alguns dias publico uma série de imagens para mostrar essas belezuras. Tem cada coisa bacana... Aguarde!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
De novo e cada vez mais
Vencer a preguiça e a comodidade pode ser bom demais (exceto quando é para trabalhar. heheehe). No sábado criei vergonha na cara e cumpri mais uma promessa. Demorou pouco mais de um mês para a teoria ganhar a prática. Mas é como dizem por aí: antes tarde do que nunca.
Eis que no dia 20 de outubro consegui levar meu afilhado Felipe e meus sobrinhos Ana Cláudia e Gustavo para um breve passeio. Rápido, mas intenso e compensador. Lamentei apenas não ter tirado outros sábados para promover mais passeios, mais sorrisos e, sem sombra de dúvida, mais sorvetes.
Das lembranças que guardo dos tempos de menina visualizo passeios com meus padrinhos. Uma ida ao circo, outra a um show de patinação, mais uma até a pizzaria e por aí vai. Enquanto minha vida era curtir o interior de Vera Cruz com outros dindos, alguns deles me proporcionavam essas descobertas urbanas. Pequenos gestos que valeram - e que ainda valem - muito.
Não sei por qual motivo não programo melhor o tempo (consolo: na época de faculdade era pior). Às vezes, na ânsia de querer fazer tudo, sinto que não faço nada. Ó, dilema.
Meu afilhado está prestes a completar seis anos e eu NUNCA (veja bem) tinha feito isso antes. Em quase 72 meses, como não consegui tirar umas horinhas para levá-lo a qualquer lugar? Alguém me explica, por favor?
Mais do que perder convites, detesto perder pessoas. E criança tem prazo para ser criança. Depois vira adulto esquecedor de passeios. O que me conforta, porém, é que até a adolescência ele e a dupla dinâmica têm mais alguns anos pela frente. A meta agora é encontrar mais segundos para curtir a todo momento. Foco, aí vou eu.
Eis que no dia 20 de outubro consegui levar meu afilhado Felipe e meus sobrinhos Ana Cláudia e Gustavo para um breve passeio. Rápido, mas intenso e compensador. Lamentei apenas não ter tirado outros sábados para promover mais passeios, mais sorrisos e, sem sombra de dúvida, mais sorvetes.
Das lembranças que guardo dos tempos de menina visualizo passeios com meus padrinhos. Uma ida ao circo, outra a um show de patinação, mais uma até a pizzaria e por aí vai. Enquanto minha vida era curtir o interior de Vera Cruz com outros dindos, alguns deles me proporcionavam essas descobertas urbanas. Pequenos gestos que valeram - e que ainda valem - muito.
Não sei por qual motivo não programo melhor o tempo (consolo: na época de faculdade era pior). Às vezes, na ânsia de querer fazer tudo, sinto que não faço nada. Ó, dilema.
Meu afilhado está prestes a completar seis anos e eu NUNCA (veja bem) tinha feito isso antes. Em quase 72 meses, como não consegui tirar umas horinhas para levá-lo a qualquer lugar? Alguém me explica, por favor?
Mais do que perder convites, detesto perder pessoas. E criança tem prazo para ser criança. Depois vira adulto esquecedor de passeios. O que me conforta, porém, é que até a adolescência ele e a dupla dinâmica têm mais alguns anos pela frente. A meta agora é encontrar mais segundos para curtir a todo momento. Foco, aí vou eu.
Os seis reais mais bem investidos nos últimos tempos
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Só hoje
Enquanto assisto partes do deprimente final de Avenida Brasil, conto os minutos para cantar ao som de Jota Quest e Skank. Daqui a pouco sigo, ao lado do meu namorado Vagner, para a 28ª Oktoberfest, em Santa Cruz do Sul (RS), onde as duas bandas devem animar santa-cruzenses e visitantes. Que horas melhores estejam por vir!
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Um sonho vermelho
Quando minha mãe recebeu uma mensagem no celular, na noite de ontem, dia 17, meu coração ficou em apuros. O pequeno texto revelava o que jamais desejava: o Internacional havia perdido mais um jogo. Felizmente não sou fanática. Como não ganho milhões, assim como alguns jogadores, estou pouco preocupada com o futebol. Claro, como todo colorado que se preze, lamento derrotas e tudo mais, mas nada ao extremo.
Toda angústia e preocupação de ontem, porém, era justificável. Afinal, às 14h a dona Juliana poderia realizar o sonho que carregou pelos últimos anos: fotografar ao lado de Fernandão, o técnico colorado. e se a derrota colocasse tudo a perder?
Depois de rezar para todos os santos, felizmente ocorreu tudo bem. Apesar do clima tenso, e da crise pelo qual o time passa, tudo transcorreu da melhor forma possível. (Aleluia!)
A assistente social Patricia Vasconcellos nos recebeu com uma simpatia sem igual. Todos os detalhes para o grande presente de aniversário (no dia 21) foram acertados com ela. No horário combinado, então, eu, ela e meu irmão Eduardo aguardamos ansiosamente pelo grande momento. E assim se passou a quinta-feira. Cada chegada de automóvel no Centro de Treinamento representava algumas doses a mais de nervosismo, felicidade e apreensão.
Após fotografar ao lado de alguns jogadores, e solicitar autógrafos em bandeiras e camisetas, eis que chega o grande ídolo. A felicidade da aniversariante foi tão grande que não coube em si. As mãos trêmulas, o sorriso estampado e tudo mais deixavam explícito o que aquele momento representava para ela.
Agora, o passatempo é visualizar uma, duas, três, cem vezes os retratos ao lado de Fernandão (é claro), D´Alessandro, Guiñazu, Índio, Bolívar, Renan, Muriel, Forlán, Damião, entre muitos outros jogadores. Um desfecho feliz para a mulher que merece toda a felicidade do mundo.
Toda angústia e preocupação de ontem, porém, era justificável. Afinal, às 14h a dona Juliana poderia realizar o sonho que carregou pelos últimos anos: fotografar ao lado de Fernandão, o técnico colorado. e se a derrota colocasse tudo a perder?
Depois de rezar para todos os santos, felizmente ocorreu tudo bem. Apesar do clima tenso, e da crise pelo qual o time passa, tudo transcorreu da melhor forma possível. (Aleluia!)
A assistente social Patricia Vasconcellos nos recebeu com uma simpatia sem igual. Todos os detalhes para o grande presente de aniversário (no dia 21) foram acertados com ela. No horário combinado, então, eu, ela e meu irmão Eduardo aguardamos ansiosamente pelo grande momento. E assim se passou a quinta-feira. Cada chegada de automóvel no Centro de Treinamento representava algumas doses a mais de nervosismo, felicidade e apreensão.
Após fotografar ao lado de alguns jogadores, e solicitar autógrafos em bandeiras e camisetas, eis que chega o grande ídolo. A felicidade da aniversariante foi tão grande que não coube em si. As mãos trêmulas, o sorriso estampado e tudo mais deixavam explícito o que aquele momento representava para ela.
Agora, o passatempo é visualizar uma, duas, três, cem vezes os retratos ao lado de Fernandão (é claro), D´Alessandro, Guiñazu, Índio, Bolívar, Renan, Muriel, Forlán, Damião, entre muitos outros jogadores. Um desfecho feliz para a mulher que merece toda a felicidade do mundo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Prosit
A quarta-feira foi boa demais. Em ritmo de Oktoberfest, na companhia de bons amigos e de um céu azul lindão percorri o parque, onde ocorre a 28ª edição da festa. Não vi muita coisa nova, não achei nada muito interessante, mas me diverti pra caramba. É isso aí que vale, certo?
À noite, para completar, desfile típico. Não sei se era o dia, mas nada me pareceu muito animador. Apesar de tudo, sem pânico. As conversas com a mãe e o chimarrão salvaram a noite.
Henrique e Erna, companheiros de jornada
À noite, para completar, desfile típico. Não sei se era o dia, mas nada me pareceu muito animador. Apesar de tudo, sem pânico. As conversas com a mãe e o chimarrão salvaram a noite.
Carros estacionados na Marechal Floriano durante o desfile. Beleza!
A única coisa nova que vi, a lata elétrica
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Mais e mais
Quem diria que o Brechó da Lolô chegaria a sua terceira edição. Isso mesmo. Daqui a algumas semanas, em novembro, tem de novo. A brincadeira que deu certo vem com tudo, mais uma vez.
Ainda em época de eleição, aproveitei para fixar os novos cartazes em um sábado de carreata. Se toda aquela gente resolver aparecer o time de "brecholeiros" será só alegria. Sonhos à parte, o convite está feito. Ah, dessa vez tem novidade. Serão dois dias para aproveitar as promoções! :)
Ainda em época de eleição, aproveitei para fixar os novos cartazes em um sábado de carreata. Se toda aquela gente resolver aparecer o time de "brecholeiros" será só alegria. Sonhos à parte, o convite está feito. Ah, dessa vez tem novidade. Serão dois dias para aproveitar as promoções! :)
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Queridos mestres
O dia 15 de outubro, dedicado a homenagear os professores, chega ao fim e eu ainda não sei se há algo a comemorar, de fato. É que a profissão anda tão desvalorizada que chego a sentir vergonha alheia diante de alguns professores. Fico sem jeito, é claro, com aqueles mestres que realmente querem ensinar, que nasceram para isso e que vão morrer querendo dar jeito nesse País tão estranho. Vergonha demais por quase não poder fazer nada para reverter o quadro.
Diariamente ouço, da minha mãe (professora), histórias sem cabimento sobre o cotidiano escolar. Às vezes dá vontade de ir até lá e mudar tudo. Pegar na mão gente que não tem jeito e levar para longe. Pais que não exercem seus devidos papeis, alunos que não veem além do próprio umbigo, burocracias indevidas, entre outros se agrupam e constituem obstáculos para a construção de uma boa educação.
Mais vergonhoso do que isso, contudo, são os falsos professores. Escravos da comodidade sustentam ideias ignorantes, não movem montanhas para educar e ainda estufam o peito para clamar por mais valorização, principalmente no dia de hoje. Ah, insuportáveis são eles. Sem falar naqueles que desrespeitavam na época de alunos e agora querem cantar para todo o mundo o real valor de um professor. (Espero que hoje saibam mesmo).
Enquanto uma breve revolta vaga pelo meu ser, aproveito o texto para homenagear, elogiar e honrar também. Quem acompanha de perto os percursos de um professor sabe que não é nada fácil entrar em uma sala de aula e mostrar caminhos, dos mais diversos, a um grupo de pessoas, sejam crianças, adolescentes, adultos, idosos. É preciso lutar contra uma série de absurdos, mas é preciso acreditar, ter esperança e fé, antes de tudo. É preciso colher otimismo onde há enxurradas de empecilhos.
Enquanto isso, espero, de verdade, poder escrever algo mais animador no dia 15 de outubro do ano que vem. Haja bons professores para tanta mudança.
Diariamente ouço, da minha mãe (professora), histórias sem cabimento sobre o cotidiano escolar. Às vezes dá vontade de ir até lá e mudar tudo. Pegar na mão gente que não tem jeito e levar para longe. Pais que não exercem seus devidos papeis, alunos que não veem além do próprio umbigo, burocracias indevidas, entre outros se agrupam e constituem obstáculos para a construção de uma boa educação.
Mais vergonhoso do que isso, contudo, são os falsos professores. Escravos da comodidade sustentam ideias ignorantes, não movem montanhas para educar e ainda estufam o peito para clamar por mais valorização, principalmente no dia de hoje. Ah, insuportáveis são eles. Sem falar naqueles que desrespeitavam na época de alunos e agora querem cantar para todo o mundo o real valor de um professor. (Espero que hoje saibam mesmo).
Enquanto uma breve revolta vaga pelo meu ser, aproveito o texto para homenagear, elogiar e honrar também. Quem acompanha de perto os percursos de um professor sabe que não é nada fácil entrar em uma sala de aula e mostrar caminhos, dos mais diversos, a um grupo de pessoas, sejam crianças, adolescentes, adultos, idosos. É preciso lutar contra uma série de absurdos, mas é preciso acreditar, ter esperança e fé, antes de tudo. É preciso colher otimismo onde há enxurradas de empecilhos.
Enquanto isso, espero, de verdade, poder escrever algo mais animador no dia 15 de outubro do ano que vem. Haja bons professores para tanta mudança.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Para torrar
Abomino coisas iguais. E isso serve para as ideias, textos, programas de televisão, conversas, piadas, roupas e por aí vai. Essa aversão motivou, ontem, a produção das torradas de atum, lá em casa. Cansada da tradicional dupla presunto e queijo, dei forma ao novo sabor. Talvez seja velho para alguns, mas para o povo lá de casa foi a novidade da quinta.
Como preparar? Passar maionese no pão, colocar uma fatia de queijo e cobrir com atum. Por último, mais uma fatia de queijo e levar à torradeira. Uma delícia de Provar para crer!
***
Assim como gosto de criar e fazer coisas diferentes, gosto de pessoas que trazem novos olhares e conceitos ao meu mundo. O Som de Sexta de hoje é da Crash Test Dummies, banda que aprendi a curtir de verdade em 2011, por causa do seu Vagner. Os ouvidos agradecem.
Como preparar? Passar maionese no pão, colocar uma fatia de queijo e cobrir com atum. Por último, mais uma fatia de queijo e levar à torradeira. Uma delícia de Provar para crer!
***
Assim como gosto de criar e fazer coisas diferentes, gosto de pessoas que trazem novos olhares e conceitos ao meu mundo. O Som de Sexta de hoje é da Crash Test Dummies, banda que aprendi a curtir de verdade em 2011, por causa do seu Vagner. Os ouvidos agradecem.
Assinar:
Comentários (Atom)
