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terça-feira, 30 de outubro de 2012

A velha

Nos tempos de escola lembro que meus amigos e colegas me achavam séria demais. Nunca dei muito bola para isso. Para mim não fazia sentido o que eles diziam. Eu, que sempre brincava com todo mundo e que gostava de rir até chorar. Seriedade, parecia estar distante.

Semanas atrás pensei nisso novamente. Ao dar conselhos a um amigo, eis que ouço: "Ah, tu pensa igual a minha mãe". Há meses havia escutado isso de outras duas amigas. Desde então não consegui parar de pensar no que foi dito lá nos tempos de Ernesto. Eram videntes os meus coleguinhas? Por qual razão não tiveram outras visões e disseram que eu seria muito rica, que tal pessoa seria o amor da minha vida?

Confesso, meus pensamentos são racionais demais de vez em quando. Ao me olhar no espelho, muitas vezes tenho a impressão de que é a mãe, o pai, os avós, os tios que refletem. Que idade eu tenho mesmo?


Nas visitas que fiz a produtores, no oeste catarinense, me apaixonei pelo estilo de vida deles - na verdade, isso geralmente acontece quando vou a campo. Sempre almejei mais calmaria, mais qualidade de vida, mais tranquilidade, mais paz. Não curto holofotes, prefiro montanha no lugar de praia, gosto de andar descalça pela grama do que assistir televisão, adoro de paixão comidas feitas no fogão à lenha do que Mc'Donalds.

Serei eu um ser perdido da geração 80/90? Finalizo o texto. Desligo o note. Preciso pensar.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

No vizinho

Adoro YouTube em momentos de extrema canseira. Agora, por exemplo, quase não tenho mais forças para digitar, pensar, ler e até fechar os olhos. Aí o site de compartilhamento de vídeos exerce seu lindo papel de me permitir textos menores, sem maiores reflexões. É só postar um por aqui e tudo fica (quase) lindo.

O blá, blá, blá, porém, tem um baita motivo. Hoje estou em São Miguel do Oeste, no estado de Santa Catarina. Nesta segunda-feira conheci muitos produtores de tabaco na região, cujas histórias devem ser publicadas no Anuário Brasileiro do Tabaco 2012, da Editora Gazeta, empresa na qual trabalho. Tanto trabalho, é claro, resultou em um corpo e uma mente bem moídos.

Não há dúvidas de que tenho muitos relatos bacanas para fazer. Há propriedades que são como verdadeiros paraísos, sonhos de consumo - apesar do trabalho que dão. Também poderia refletir sobre minha vontade (crescente) de mudar de vez de vida.

Correr com meu cachorro pelo campo, buscar o cavalo para ir ao mercado, colher e comer frutas direto do pé e sentir, todo fim de tarde, o cheiro bom da terra, da chuva que se aproxima. Ah, um dia ainda me mudo pra lá.

O vídeo escolhido para ilustrar este post faz parte da ótima trilha sonora da viagem. Obra do fotógrafo Inor Assmann, meu companheiro da breve jornada. Amanhã já retorno. Mas e aí, será que volto mesmo para a cidade?


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Me faz tão bem

Os ânimos, o corpo, a diversão e tudo mais agradecem a sexta-feira. Será assim até o fim dos dias. E será diferente apenas se instituírem novas sextas-feiras. Enquanto isso não acontece, a regra é aproveitar ao máximo a bonita, seja descansando ou batendo perna por aí. ;)


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Querido tempo

O almoço de hoje foi especial. Nada disso tem a ver com nova dieta ou com data comemorativa. Foi apenas uma senhora, de uns 70/80 anos, cabelos brancos, pequenina, aparentemente frágil que tornou o intervalo intenso, como deveria ser todos os dias.

Assim que terminei a refeição, e aguardava  minhas companheiras, reparei na mulher sentada na mesa ao lado. Quando meus olhos miraram aquele momento, não quiseram mais deixá-lo. Quem reparou na forma indiscreta como fiquei observando pode até achar que ainda estava faminta, desejando o prato alheio. (Tranquilize-se. Não era nada disso.)

Desejei, apenas, ter o tempo daquela senhora. Longe de querer pular etapas da vida, mas quis aprender com ela a manter a calma; a repousar a faca no prato enquanto apenas o garfo costurava caminhos até a boca; a aceitar ajuda sem pestanejar; a agradecer pelo prato do dia - para isso ela fez o Sinal da Cruz; a reservar um segundo que seja, a cada dia, para esquecer da alta velocidade do mundo.

É verdade que morro de medo da velhice. Já comentei isso algumas vezes, já chorei por antecipação e já sofri sem necessidade. De fato, me conformei. Agora, a cada ida ao restaurante, nos passeios, no supermercado, nas praças e em tantos outros lugares vou prestar mais atenção. Quero parar de mastigar ansiedade. Quero aprender a comer direitinho e a digerir tranquilidade. Afinal, nessa vida para tudo há um querido tempo.

Para apender como viver nessa louca vida também é preciso ouvir velhas histórias

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Let's go

Os ânimos para o 3º Brechó da Lolô estão a mil. A cada dia surgem mais e mais novidades. Hoje, por exemplo, houve momento de muita emoção: os primeiros cabides foram comprados. Pode parecer pouco, mas para algo que começou pequeno (a história você já sabe, né?) é uma grande vitória.


Nesta terça-feira também chegaram novos produtos. Estes devem atender o pessoal que pediu por números maiores, na última edição. Daqui a alguns dias publico uma série de imagens para mostrar essas belezuras. Tem cada coisa bacana... Aguarde!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

De novo e cada vez mais

Vencer a preguiça e a comodidade pode ser bom demais (exceto quando é para trabalhar. heheehe). No sábado criei vergonha na cara e cumpri mais uma promessa. Demorou pouco mais de um mês para a teoria ganhar a prática. Mas é como dizem por aí: antes tarde do que nunca.

Eis que no dia 20 de outubro consegui levar meu afilhado Felipe e meus sobrinhos Ana Cláudia e Gustavo para um breve passeio. Rápido, mas intenso e compensador. Lamentei apenas não ter tirado outros sábados para promover mais passeios, mais sorrisos e, sem sombra de dúvida, mais sorvetes.

Das lembranças que guardo dos tempos de menina visualizo passeios com meus padrinhos. Uma ida ao circo, outra a um show de patinação, mais uma até a pizzaria e por aí vai. Enquanto minha vida era curtir o interior de Vera Cruz com outros dindos, alguns deles me proporcionavam essas descobertas urbanas. Pequenos gestos que valeram - e que ainda valem - muito.

Não sei por qual motivo não programo melhor o tempo (consolo: na época de faculdade era pior). Às vezes, na ânsia de querer fazer tudo, sinto que não faço nada. Ó, dilema.

Meu afilhado está prestes a completar seis anos e eu NUNCA (veja bem) tinha feito isso antes. Em quase 72 meses, como não consegui tirar umas horinhas para levá-lo a qualquer lugar? Alguém me explica, por favor?

Mais do que perder convites, detesto perder pessoas. E criança tem prazo para ser criança. Depois vira adulto esquecedor de passeios. O que me conforta, porém, é que até a adolescência ele e a dupla dinâmica têm mais alguns anos pela frente. A meta agora é encontrar mais segundos para curtir a todo momento. Foco, aí vou eu.

Os seis reais mais bem investidos nos últimos tempos

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Só hoje

Enquanto assisto partes do deprimente final de Avenida Brasil, conto os minutos para cantar ao som de Jota Quest e Skank. Daqui a pouco sigo, ao lado do meu namorado Vagner, para a 28ª Oktoberfest, em Santa Cruz do Sul (RS), onde as duas bandas devem animar santa-cruzenses e visitantes. Que horas melhores estejam por vir!
 
 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Um sonho vermelho

Quando minha mãe recebeu uma mensagem no celular, na noite de ontem, dia 17, meu coração ficou em apuros. O pequeno texto revelava o que jamais desejava: o Internacional havia perdido mais um jogo. Felizmente não sou fanática. Como não ganho milhões, assim como alguns jogadores, estou pouco preocupada com o futebol. Claro, como todo colorado que se preze, lamento derrotas e tudo mais, mas nada ao extremo.

Toda angústia e preocupação de ontem, porém, era justificável. Afinal, às 14h a dona Juliana poderia realizar o sonho que carregou pelos últimos anos: fotografar ao lado de Fernandão, o técnico colorado. e se a derrota colocasse tudo a perder?

Depois de rezar para todos os santos, felizmente ocorreu tudo bem. Apesar do clima tenso, e da crise pelo qual o time passa, tudo transcorreu da melhor forma possível. (Aleluia!)

A assistente social Patricia Vasconcellos nos recebeu com uma simpatia sem igual. Todos os detalhes para o grande presente de aniversário (no dia 21) foram acertados com ela. No horário combinado, então, eu, ela e meu irmão Eduardo aguardamos ansiosamente pelo grande momento. E assim se passou a quinta-feira. Cada chegada de automóvel no Centro de Treinamento representava algumas doses a mais de nervosismo, felicidade e apreensão.

Após fotografar ao lado de alguns jogadores, e solicitar autógrafos em bandeiras e camisetas, eis que chega o grande ídolo. A felicidade da aniversariante foi tão grande que não coube em si. As mãos trêmulas, o sorriso estampado e tudo mais deixavam explícito o que aquele momento representava para ela.


Agora, o passatempo é visualizar uma, duas, três, cem vezes os retratos ao lado de Fernandão (é claro), D´Alessandro, Guiñazu, Índio, Bolívar, Renan, Muriel, Forlán, Damião, entre muitos outros jogadores. Um desfecho feliz para a mulher que merece toda a felicidade do mundo.




quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Prosit

A quarta-feira foi boa demais. Em ritmo de Oktoberfest, na companhia de bons amigos e de um céu azul lindão percorri o parque, onde ocorre a 28ª edição da festa. Não vi muita coisa nova, não achei nada muito interessante, mas me diverti pra caramba. É isso aí que vale, certo?

Henrique e Erna, companheiros de jornada

À noite, para completar, desfile típico. Não sei se era o dia, mas nada me pareceu muito animador. Apesar de tudo, sem pânico. As conversas com a mãe e o chimarrão salvaram a noite.

Carros estacionados na Marechal Floriano durante o desfile. Beleza!

A única coisa nova que vi, a lata elétrica

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Mais e mais

Quem diria que o Brechó da Lolô chegaria a sua terceira edição. Isso mesmo. Daqui a algumas semanas, em novembro, tem de novo. A brincadeira que deu certo vem com tudo, mais uma vez.

Ainda em época de eleição, aproveitei para fixar os novos cartazes em um sábado de carreata. Se toda aquela gente resolver aparecer o time de "brecholeiros" será só alegria. Sonhos à parte, o convite está feito. Ah, dessa vez tem novidade. Serão dois dias para aproveitar as promoções! :)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Queridos mestres

O dia 15 de outubro, dedicado a homenagear os professores, chega ao fim e eu ainda não sei se há algo a comemorar, de fato. É que a profissão anda tão desvalorizada que chego a sentir vergonha alheia diante de alguns professores. Fico sem jeito, é claro, com aqueles mestres que realmente querem ensinar, que nasceram para isso e que vão morrer querendo dar jeito nesse País tão estranho. Vergonha demais por quase não poder fazer nada para reverter o quadro.

Diariamente ouço, da minha mãe (professora), histórias sem cabimento sobre o cotidiano escolar. Às vezes dá vontade de ir até lá e mudar tudo. Pegar na mão gente que não tem jeito e levar para longe. Pais que não exercem seus devidos papeis, alunos que não veem além do próprio umbigo, burocracias indevidas, entre outros se agrupam e constituem obstáculos para a construção de uma boa educação.


Mais vergonhoso do que isso, contudo, são os falsos professores. Escravos da comodidade sustentam ideias ignorantes, não movem montanhas para educar e ainda estufam o peito para clamar por mais valorização, principalmente no dia de hoje. Ah, insuportáveis são eles. Sem falar naqueles que desrespeitavam na época de alunos e agora querem cantar para todo o mundo o real valor de um professor. (Espero que hoje saibam mesmo).

Enquanto uma breve revolta vaga pelo meu ser, aproveito o texto para homenagear, elogiar e honrar também. Quem acompanha de perto os percursos de um professor sabe que não é nada fácil entrar em uma sala de aula e mostrar caminhos, dos mais diversos, a um grupo de pessoas, sejam crianças, adolescentes, adultos, idosos. É preciso lutar contra uma série de absurdos, mas é preciso acreditar, ter esperança e fé, antes de tudo. É preciso colher otimismo onde há enxurradas de empecilhos.

Enquanto isso, espero, de verdade, poder escrever algo mais animador no dia 15 de outubro do ano que vem. Haja bons professores para tanta mudança.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Para torrar

Abomino coisas iguais. E isso serve para as ideias, textos, programas de televisão, conversas, piadas, roupas e por aí vai. Essa aversão motivou, ontem, a produção das torradas de atum, lá em casa. Cansada da tradicional dupla presunto e queijo, dei forma ao novo sabor. Talvez seja velho para alguns, mas para o povo lá de casa foi a novidade da quinta.

Como preparar? Passar maionese no pão, colocar uma fatia de queijo e cobrir com atum. Por último, mais uma fatia de queijo e levar à torradeira. Uma delícia de Provar para crer!

***

Assim como gosto de criar e fazer coisas diferentes, gosto de pessoas que trazem novos olhares e conceitos ao meu mundo. O Som de Sexta de hoje é da Crash Test Dummies, banda que aprendi a curtir de verdade em 2011, por causa do seu Vagner. Os ouvidos agradecem.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Velma Maria

Gostaria de homenagear aqui todas as dezenas de bichos de estimação que já tive nessa vida. Todos os grandes momentos dos meus 24 anos sempre foram cercados por patas, miados, latidos e afagos dos mais diversos. Amo demais, mas gostaria de amar mais, assim como eles fazem. Será que um dia aprendo? Desconfio que não.

A Velma, linguicinha da minha mãe, e a Missinha, minha gatinha, são a sensação do momento aqui em casa. A dupla dinâmica dá trabalho, mas compensa tudo com muita luz, muito brilho e muita ternura. Não há, simplesmente, como se sentir sozinho, triste ou abandonado.

Assim que levanto, todos os dias pela manhã, a gata aguarda na janela. A cachorrinha espera, ansiosa, na caminha. Qualquer palavra melosa e lá estão elas, prestes a pular, brincar, amar. Se não fossem animais tão puros até pareceriam gente. Mas elas são especiais. Nossas mocinhas são as melhores do mundo, assim como existem tantos outros melhores do mundo espalhados em lares por aí.

Agora há pouco a Velma Maria, como a chamo de vez em quando, estava atenta ao vídeo da Sofia. Não sei se foi a música ou o simples fato de todos assistirem a mesma coisa, mas ela prestou atenção. E o efeito foi imediato. Em seguida ela brindou a dona Juliana com lambidas e carinhos dos mais diversos. Ah, e ainda vem de brinde as risadas e a terapia noturna. De manhã e tarde tem sessão também.


Obrigada por tudo, seres de coração intenso e imenso.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Céu de cenoura

É incrível a capacidade que o dias de chuva têm de aguçar o paladar. O meu fica babando (literalmente) por bolos, bolinhos, massas e tudo o mais delicioso e calórico que possa existir. Deve haver um acordo celestial entre casas de chá, padarias e avós confeiteiras com São Pedro. Só pode.

Toda vez que abria a geladeira lá em casa, nos últimos dias, dava de cara com uma cenoura. Passava o domingo, voltava o outro domingo e ela lá, imóvel. Dia desses ainda tive a decência de lavá-la e conferir se não estava doente. Apesar de alguns escurinhos no entorno, adormeci a pobre em um saco plástico. E lá ela ficou, à mercê de toda indiferença possível.

Na terça, quando os primeiros pingos de chuva caíram lembrei dela. Foi o primeiro passo para o primeiro bolo de cenoura da minha vida. (Lágrimas). O esquecimento do alimento, mais o brilho daquela noita acolhedora e fria deram forma a tudo o que era necessário para mastigar o tempo.

Por incrível que pareça, talvez milagre do tiozinho que mudava os móveis de lugar no céu, o bolo ficou delicioso! Unanimidade entre os que provaram. Motivo de choque para a Heloísa aqui, um zero à esquerda na cozinha.


***
Quando passava dias e mais dias na casa dos avós paternos, em Rincão da Serra, Vera Cruz, minha felicidade se resumia nas maravilhas preparadas pela dona Lydia. Do almoço ao jantar tudo era esplêndido, maravilhoso. O sonho de toda e qualquer (gordinha) criança.

Analisando tudo isso hoje, percebo que naquele tempo eu era feliz mesmo, de verdade. Devorava tudo sem medo. Não havia preocupação com dietas, com o número do manequim, com a compensação na academia, com barriguinha. Comer era realmente um grande prazer.

Agora, contudo, tudo o que me resta são buscas incansáveis por receitas fáceis para preparar os raros e próprios bolos. E assim vou levando, vivendo entre brigas constantes com a balança e a saudade imensa da infância.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Boa companhia

O dia de São Francisco de Assis vem aí. E para celebrar a data nada melhor que uma ótima companhia. Está precisando de uma bênção especial ou quer agradecer o Santo? Que tal adotar um grande companheiro? Grande presente, sem dúvidas.

No momento de escolher um animalzinho, lembre-se daqueles que estão a espera de adoção. A Associação Mãos e Patas, de Vera Cruz, tem belos cachorrinhos esperando pelo amor e carinho de alguém (do bem, é claro). Abaixo fotos e características repassadas pela Karen Petry, secretária da entidade.

Macho. Contatos: (51) 9907-1601 ou (51) 9844-4056


Fêmea. Contatos: (51) 9932-5974 ou (51) 9701-0238
 

Fêmea. Contatos: (51) 9907-1601 ou (51) 3718 2848


 A associação também possui pequeninos para doação:
*Filhotes de cachorro porte grande, mistura com Border Collie e Pastor Alemão. Contato: (51)  9875-1527; *Filhotes porte pequeno a médio. Contato: (51) 9863-8414; *Filhotes fêmeas, porte pequeno a médio. Contatos: (51) 9907-1601 ou (51) 3718-2848.