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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Disquete já era

Incrivelmente esta quinta-feira está com cara de sexta-feira. Clima bacana em todos os lugares. Coisa boa! E por falar nisso, hoje é dia de Provar para crer. Como tudo nessa vida tem lado bom e ruim, aqui também tem.

A delícia da história, ou melhor, as delícias são as bolachinhas de pão de mel (abaixo). Produzidas em Venâncio Aires (RS), custam apenas R$ 1,50. Dá para acreditar? E ainda tem outros formatos, segundo meu namorado Vagner Dresch. Um encanto, uma maravilha!

Já a "coisa estranha" da vez são os confeitos de chocolate recheados com semente de girassol. Não que seja tão ruim assim, mas para delicioso e maravilhoso está longe de ser. Comentários tristes à parte, vale experimentar e, inclusive, distribuir entre os familiares, colegas de aula, de trabalho... Um girassol para adoçar a vida nunca é demais. ;)


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Mais rica, apesar de pobre

Depois do almoço, reservei o intervalo de hoje, quarta-feira, para mergulhar em livros. Mesmo com a indecisão do tempo, segui na companhia de raios de sol e pingos de chuva para a Praça Getúlio Vargas, em Santa Cruz do Sul (RS).

Lá, em meio às barraquinhas da 25ª Feira do Livro, desejei que todas as crianças possuíssem vales-livros de valores infinitos. Ah, tantas eram as belezas dedicadas ao mundo infantil. Deu vontade de pedir ao professor Pardal uma máquina para voltar no tempo. Não dá para entender como isso ainda não existe!

Na primeira livraria que visitei, um moço gentil logo perguntou a mim, e a outra moça que passeava por lá, se poderia ajudar. Antes que alguma de nós respondesse, ele logo avisou, de maneira engraçada: "Só não vou ter como resolver se for ajuda financeira".

E era justamente essa que eu queria. Em meio a tantas obras, tantos títulos, tantos mundos de papel me senti miserável. Ah, maldito fim de mês. Não sei se é TPM ou se tudo estava tão bom mesmo, mas quis comprar dezenas, centenas, milhares de histórias.

Lembrei da família toda. Mãe, sogra, irmão, cunhada, afilhado, gata... Tentava esquecer de minha carteira quase vazia, mas era impossível. Ainda tive que devolver produto. Pensei que R$ 19,90, quando, na verdade, custava R$ 39,90. Tristeza absoluta.

Mesmo assim, segui otimista e consegui adquirir algumas preciosidades. Fantoche, livros para colorir e educativos, clássico da literatura e até um auto-ajuda (esperança de ver certa pessoa mais animada) preencheram minha modesta listinha de compras. Agora, até o quinto dia útil do mês de setembro não posso gastar mais nada. Mas estou tranquila. Já programei passar esse tempo sem gastos, na companhia de minhas pequenas maravilhas.



terça-feira, 28 de agosto de 2012

Mãos e patas

Com o coração brilhando de felicidade, já posso anunciar: agora faço parte de uma nova e abençoada família. Até o momento foram somente dois encontros, mas sinto que essa relação tem tudo para dar certo por anos e anos. Desde a última quinta-feira, quando decidi frequentar certa reunião, um novo mundo se abriu pra mim.

Ao conhecer as voluntárias da Associação Mãos & Patas, de Vera Cruz, recolhi minhas esperanças na humanidade, as mesmas que tinha deixado em um canto, tempos atrás. Enquanto me preparo para colher amanhãs melhores, com o apoio de homens e mulheres que fazem parte do grupo, imagino quantas patinhas esperam ansiosas para poder pisar em novos lares.

A expectativa é grande. A vontade de fazer acontecer mais ainda. Agora, sou mais um par de mãos para ajudar meninas e meninos que trabalham há meses em prol dessa causa. Espero, da melhor forma possível, ajudá-las de forma eficiente. Por isso, estou confiante em conseguir a ajuda de muitos outros corações solidários. E esses eu sei que têm aos montes por aí, apesar de existir cabeças rolando.

Abaixo estão algumas imagens da galinhada beneficente realizada no sábado, dia 25, na Associação dos Moradores da Vila Esmeralda (Amove). Felizmente, e com imenso prazer, pude ajudar no dia. Os méritos, no entanto, vão para o restante do time, que organizou tudo beeeem antes da minha chegada. Daqui pra frente, então, é mexer as mãos para um mundo, quem sabe, um pouco melhor. (E recheado de muitas patas). o/










segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Entre sonhos e ratos

Anos atrás fiquei sem sonhos. Não que tivesse realizado todos, mas cansei de sonhar. Simplesmente não tinha objetivos, nem metas, nem nada. Hoje, se perguntarem, também não saberei o que responder. Ao contrário daquele tempo "estranho", fico em dúvida sobre o que desejar primeiro. E isso está dando um baita nó na minha cabeça. Sonhos, sonhos, sonhos...

Por questões de segurança, prefiro não listá-los aqui. Ninguém conseguirá roubá-los (será?), mas nesse mundo virtual tem muita gente estranha, assim como na real. E também tem muita gente invejosa, assim como na real. Nesses casos nunca é demais previnir, viu?

Depois dessa explicação supersticiosa, eis que não me aguento e conto um sonho!! Quem sabe alguém se anima e cria uma campanha solidária para me ajudar a alcançá-lo? Ilusões à parte, o mimo abaixo, que comprei semana passada, resume um pouco disso tudo.

Daqui a uns cinco anos pretendo comprar coisas fofas direto da Disney, e me esbaldar, de novo, nesse sonho de voltar a ser criança. E se eu quero, eu consigo! ;)



sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Cantare

Será que o fim de semana reserva chuva e frio? Será que reserva calor? Pensando bem, o que importa mesmo é que os próximos dias sejam de paz, de muita diversão e de muito amor. Bom findi. ;)


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Melou

Sabe quando se espera loucamente para comer algo? Sabe a sensação de frustração quando se constata a "ruindade" da coisa? Foi o que aconteceu comigo quando experimentei, toda animada, o Torrone Premium Montevérgine. Tristeza quase total na primeira mordida. Decepção absoluta na última.

Na semana passada, comprei a tal guloseima para publicar no Provar para crer daquela quinta. Compromissos e cansaço impediram a publicação. Por isso, apresento a "belezura" hoje. Me desculpem aqueles que gostam, mas eu achei horrível

Ainda estou tentando associar o sabor com algo. A única coisa que vem à mente, contudo, é produto de limpeza. O que era para ser maravilhoso (amo torrone, amo amendoim, amo mel) se tornou um pesadelo. Triste fim para um alegre começo. Alguém aí gosta? =/

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Bom retorno

Hoje à tarde, ao abrir o e-mail, uma surpresa. Em duas mensagens, recebi fotos dos alunos da Escola Municipal São Sebastião, de Vera Cruz, munidos de suas mantinhas. As peças, para relembrar, foram confeccionadas por meio da campanha Lã para o frio e entregues a eles no dia 20 de julho. Com as imagens, a direção da escola e as crianças agradecem a todos que fizeram parte da ação. Nem mesmo o calor esquisito de agosto impediu o bonito gesto. :)

A solidariedade daqueles que participaram rendeu muitos frutos





segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Minha vergonha

Sexta-feira foi um dia corrido, mas feliz. Afinal, o fim de semana batia à porta. Depois do trabalho, e da academia, me joguei ao descanso do lar. Enquanto engordava na cozinha, meu pai chamou para ver "o bicho". Eis que, na nossa residência, no Centro de Vera Cruz (RS), uma raposa decidiu aparecer.

Até então tudo tranquilo. A pobre permanecia assustada, agarrada com todas as forças na pequena árvore que cresce no pátio. Descoberta, sem a proteção de folhas, a pequena permaneceu ali por um bom tempo. Não tentamos nada contra ela. Apenas observamos (que os criadores de galinha das redondezas nos perdoem).

Em seguida, meu irmão chegou à conclusão de que ela estava ali por um motivo. Com um novo loteamento, próximo à nossa casa, a tal raposa não encontrou mais refúgio. Precisou se aventurar por terras desconhecidas. Correr riscos para tentar sobreviver em meio a tantas incertezas.

Com a reflexão em mente, não consegui ficar imune ao sofrimento do animal. No nosso lar, nada aconteceu. Mas adiante, o que estaria para acontecer? Morri de vergonha de todo o mal que o homem já fez, ainda faz e vai fazer. Às vezes, quando vejo o preço do desenvolvimento, penso que deveríamos ter parado no tempo. Ou não. Talvez seja necessário conviver com outras raposas para saber.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Toda ansiedade

Em abril, quando completei 24 anos, ganhei uma xícara que satisfaz meus desejos. Cansada das pequenas, amei quando granhei a grande. Ah, a ansiedade e a gula deram pulos de alegria. A dieta ficou meio de cara, mas logo se rendeu. Finalmente poderia estender meus momentos "amo café", "amo chocolate quente".

Hoje, nesta quarta-feira, passei o dia inteiro sofrendo de uma ansiedade tremenda. Imagino, desesperadamente, que isso represente mais uns 10Kg na balança. Afinal, chocolates e outras porcarias não faltaram para dar aquela "forcinha".

Enquanto ainda trabalho, e conto os minutos para ir dormir, o tal presentinho - aquele que comentei no início do texto - me faz companhia. Depois de ter abrigado um maravilhoso leite com Nescau, morninho, a caneca espera para ser limpa. Enquanto minhas pernas não conseguem parar quietas, minha cabeça teima em doer, ela repousa, calma, na mesa. Tranquilidade que não puxou de mim, é claro.

Pergunto de onde vem essa serenidade. Ela, colorida, imponente, apenas revela: "Love, love, love". Muito amor, a quinta vem aí.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Status: ausente

É incrível como a vida pode mudar radicalmente de uma hora para outra. No início de 2011, por exemplo, não poderia imaginar meus dias sem o tal Messenger, o querido MSN. Ah, tantas foram as conversas, os "rsrsrs", as carinhas felizes, as coisas sem sentido. Ainda tive a companhia de muita gente legal, de muitos amigos, de seres estranhos e idiotas... Inúmeras foram as madrugadas teclando, teclando e teclando.

Não fosse o bate-papo mais bacana que já conheci, muitas emoções não teriam sido experimentadas. Pode ser exagero, pode parecer declaração de amor, mas vivi, com muita alegria e intensidade, o tal msn. Nele dava para brincar de bloquear pessoas, de excluir os inúteis. No mundo virtual fazia o que queria fazer de verdade. Como seria bom se desse para mandar ao espaço quem traz chateação e tristeza num simples clique de mouse.

Toda essa relação de ternura, no entanto, acabou quando me apaixonei. Ainda traí o messenger com as ferramentas disponíveis no Facebook, mas foi a luzinha laranja, piscando no meu computador, que trouxe as primeiras conversas com meu amado, e a despedida. Não, não nos conhecemos pela internet, mas intensificamos uma amizade por meio do Messenger. Conversas que não davam em nada, mas que trouxeram o tudo.

Hoje, enterro definitivamente o msn. Talvez a gente ainda se encontre. Mas agora, nesse exato momento, a senha desapareceu da minha memória. Sem lamentações, a vida segue. Diferente, mas com um amor real navegando ao meu lado. (*)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

De novo

Menos de um mês separa a grande equipe do Brechó da Lolô de mais um dia intenso de vendas. Mais do que esperar por clientes, o dia 8 de setembro deve ficar para a história pelas risadas e causos. É o que almejo de verdade. Afinal, dinheiro pode-se fazer sempre. Boas amizades, não.




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Together

Qualquer sexta-feira une as pessoas. É o dia mágico da semana, com poderes que vão além daquilo que imaginamos. É a contemplação dos melhores sorrisos e a esperança de amanhãs melhores. Bom findi! ;)


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Baila comigo, baila

Nos últimos anos tenho acreditado bastante naquela história de que tudo nessa vida tem uma razão de ser. Tempos atrás conheci uma pessoa que não valia nada. Esse ser me trouxe muitas coisas ruins, mas foi por meio dele que conheci os prazeres da dança. Assim, frequentei por aproximadamente um ano as aulas de ritmos do Jef's Studio de Danças, em Santa Cruz do Sul (RS). Amor à primeira vista.

O tempo foi passando até que resolvi dar um tempo nas aulas. Não sei se isso é coisa de taurino, mas fico enjoada das coisas com facilidade. Rotina muito rotineira cansa. Hoje, no entanto, esse período de "férias" teve fim. Voltei às aulas com uma felicidade imensa. Como é bom retornar para algo de bem, do bem, para o bem. Minha alma, meu corpo e meu estado de espírito não cansam de agradecer.

Por enquanto, para melhorar a situação, ainda tenho uma nova companheira de jornada: minha mãe. Depois de váááááárias tentativas convenci ela a fazer a atividade física. Espero melhorar a qualidade da minha vida e da dela também. O primeiro passo, mesmo que meio descoordenado, já foi dado!

***
Agora deleta toda a parte saudável desse post. Quinta é dia de Provar para crer e é com muita satisafação, e água na boca, que apresento o del Turista. Sorte a minha de ter um namorado abençoado que lembra de mim quando ganha presentes gostosos. Sorte a nossa de ter conhecidos que viajam para "fora" - no caso Bariloche, na Argentina -, e trazem essas delícias.

Pensa num chocolate bom, mas bom mesmo. Derrete na boca, tem cheirinho maravilhoso e um gostinho melhor ainda. Dá pena de engolir de tão bom que é. Ao fazer a foto abaixo me controlei ao máximo para não devorar toda a caixa. Na verdade, não comi nenhum. Assim, amanhã eu e o Vagner já temos diversão garantida.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O mundo por um Valda

Tem coisas nessa vida que marcam mesmo. Às vezes surpreendem em permanecer na memória pelo fato de nem serem tão surpreendentes assim. Vai saber.

Hoje, quando abri meu chiclete Valda lembrei de um desses momentos. Quando frequentava o Sesi, em Santa Cruz do Sul (RS), no turno inverso ao da escola, eu e uma dupla de amigos se realizava ao adquirir a tal goma de mascar. Elaborávamos escapadas estratégicas para comprar a guloseima na farmácia, na esquina do prédio onde ficávamos. Quinze centavos e o mundo era nosso. Toda a magia do dia se resumia naquele gostinho delicioso de menta.

Os anos se passaram e lembro disso toda vez que compro Valda. Amo de verdade, com toda a intensidade e com todo o amor que um chiclé merece. Desconfio, até, que esse amor traduza a saudade que sinto daquelas fugas, no auge dos meus sete anos.

Agora, aos vinte e poucos ainda busco a coragem que tinha naquele tempo. Procuro incentivos para correr atrás daquilo que realmente desejo. Deixar os diabinhos de lado e seguir, rumo à realização. Preciso disso mais do que nunca. Uma necessidade extrema para alguém que nunca gostou de mastigar dias infelizes.



Ps.: ontem não teve post. Que coisa feia. Mas foi por um bom motivo. Jantei na churrascaria Centenário, em Santa. Até aí tudo bem. O problema é que comi demais. Além da conta, sô. Resultado: o restante da noite como uma jibóia. Sem mais.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Adoráveis pantufas

Início de mês. Perdição total, tristeza total. Falsa alegria. Contas, contas e mais contas. Elas não seriam problema se houvesse controle. Muito controle, por sinal. Hoje, por exemplo, fui pagar a segunda parcela de um carnê e já fiz outro. Sim, é isso mesmo que você leu. Maaaas, antes de pensar que sou uma menina fútil, que gasta todo o seu dinheiro assim, num instante, calma, muita calma.

Sempre tive uma relação de muita responsabilidade com dinheiro. Em alguns momentos até demais. Na escola era daquelas que nunca gastava o troco do lanche com pirulitos. Todos os trocados eram guardados. Cada centavo contado dia após dia. Ah, como era bom acumular. Se achasse um centavo na rua, o dia estava gango. Às vezes, no entanto, essa mania Tio Patinhas me deixava frustrada. Eu não me permitia coisas que queria de verdade para poupar. Mão-de-vaquice ao extremo.

Tudo nessa vida, porém, tem um motivo. Sempre se deve analisar o contexto da situação, já dizia Martha Medeiros. Como essa história é muuuuuito longa, vou deixar para uma próxima. O fato é que economizar, como tudo nesse vida, tem seu lado bom e seu lado ruim. Já fiz muita coisa bacana pelo fato de não ter gasto em bobagenzinhas sem sentido. Iupi!

Resumindo: não me arrependo de nada. Com o tempo (e, acredite, com a ajuda de terapeuta!), aprendi a fazer as duas coisas: me sentir feliz ao gastar e realizada ao economizar, pensando no futuro.

Apaixonada por coisas fofas, gatos e Disney, eis a minha compra do dia. Relutei, mas não resisti quando vi de novo na loja. Parecia que esperava por mim há anos. É tanto amor que estou com muita pena de usar. Ah, maldito consumismo.



sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Nova aposta

Assim que meu sogro se viu enfermo precisou deixar a produção de facas artesanais de lado. Não que ele quisesse, mas por necessidade a solução encontrada foi dar um tempo. Mesmo assim, teve a ideia de procurar por objetos antigos e reformá-los. A meta era abrir as portas de uma loja repleta de antiguidades. Infelizmente ele não conseguiu levar o projeto adiante, mas as peças ficaram.

Abaixo segue uma lista de alguns desses itens para venda. Quem tiver interesse pode entrar em contato com Vagner Descher pelo fone (51) 9792-8747 ou escrever para heloisalp@yahoo.com.br. Há mais fotos no meu Facebook.










Baita seleção

No segundo dia de viagem ao Espírito Santo, eu e minha mãe nos aventuramos em um passeio guiado à Serra. Durante todo o trajeto, o motorista da van cuidou do repertório musical: Ivete Sangalo e convidados; Revelação; Latitude 10 (!!!); e sertanejos cantando Roberto Carlos.

Hoje, no Som de Sexta publico uma música de cada DVD que tivemos a oportunidade e o prazer de apreciar. Infelizmente, nem tudo fez bem aos ouvidos, mas deu para gargalhar um pouco (você entenderá quando ouvir e ver o último vídeo). Vamos arrochar (??)! o/


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Amor capixaba

Antes de viajar pela primeira vez ao Espírito Santo recorri à internet. Por meio dela procurei conhecer costumes, locais e a cultura do estado. Lembro de um dos textos que falava: "quem vem ao Espírito Santo uma vez sempre quer voltar". Diante da frase logo pensei: "Mas que textinho original. É o que sempre se vê em sites do tipo". Semanas depois calei. A escrita soou, para mim, como uma profecia. Me apaixonei, me encantei e quis voltar.

No mês de maio tive a brilhante ideia de convidar minha mãe para ir até lá. Conhecer as belezas que os capixabas têm e descansar. A proposta não poderia ter sido melhor. Em julho, no finzinho do mês, embarcamos em Porto Alegre rumo a um dos pedacinhos do Sudeste brasileiro.

 Foram cinco dias para aproveitar muita coisa. O tempo até foi pouco. Daria, tranquilamente, para permanecer um mês por lá e se deliciar todos os dias com novas maravilhas. A cada hora a gaúcha aqui se apaixonava mais pelo "vizinho" distante. A viagem, maravilhosa, deixou gostinho de quero mais. Por isso, não estranhe se, daqui um tempo, surgir outro post neste blog sobre esse lugar fantástico.

Claro, minha visão de turista, deslumbrada com calor e céu azul em pleno julho, pode distanciar dos moradores. Mas, a julgar pelo calçadão de Vila Velha, lotado até às 21h, acho que não estou tão errada assim. Pobreza existe. Violência existe. Problemas existem. Afinal, estive em solo nacional, na Terra, não em Marte. Mas porque ressaltar o ruim, se há belos tão belos para se ver, contar, relembrar?


Inclua o Espírito Santo na sua lista de futuras viagens. Vale a pena. Vale o mar. Vale os cafezais. Vale a hospitalidade. Vale carregar no peito esse amor capixaba.



Sem canela

Ontem tive um dia difícil. Definitivamente, não gostei da minha quarta-feira. E foram vários os motivos. Por isso, depois da academia cheguei em casa, me joguei na cama e por lá fiquei. Às vezes, confesso, é bom ter um dia ruim para se fazer coisas boas. Ir dormir mais cedo, por exemplo, é uma delas.

Devido ao imprevisto-de-meio-de-semana, o post prometido para ontem não existiu. Logo ele, que falaria da abençoada viagem realizada ao Espírito Santo. Que tristeza. Claro que hoje à noite todas as pendências serão colocadas em dia. Mesmo que surjam outras surpresas estranhas, dou minha palavra de que texto e fotos estarão por aqui. Quem me conhece sabe: sempre cumpro o que prometo.

***

Depois desses parágrafos recheados de explicações e lamúrias, eis o Provar para crer de hoje: Waffle Caramelo, da Cacau Show, e biscoitos Baton, Talento e Serenata de Amor, da Garoto.

Essa semana, quando estava sem lanches da tarde, saí para comprar alguma coisa. Na loja da Cacau Show, em Santa Cruz do Sul (RS), achei que seria uma boa pedida o tal biscoito recheado de caramelo. Ele até seria, imagino, não fosse a maldita canela. EU NÃO GOSTO DE CANELA!! Não entendo por qual motivo enfiam canela em tudo!! Todos os meus veredictos serão assim para produtos que levem a especiaria em sua receita. E tenho dito.

 
Já os biscoitos da Garoto (ah, os biscoitos) são maravilhosos. Adorei, adorei, adorei. Todos foram comprados em Vila Velha, na loja da fábrica localizada no bairro Glória, no Espírito Santo. Por aqui ainda não os encontrei, mas espero que cheguem logo nos supermercados. Na verdade, sobre o Serenata de Amor ainda não posso opinar, pois a embalagem encontra-se fechada, esperando para ser devorada. Agora, Baton e Talento são deliciosos mesmo, seja no formato de bolacha ou de chocolate.



Ainda tem de chocolate branco e dois em um