Ah, e amanhã também tem Herois do Tempo, na InSide, e o 16º Encontro de Corais da Afubra, no Teatro Mauá, ambos em Santa Cruz do Sul (RS). Já que eu não vou poder ir em nenhum deles, por favor, curta e me conte os detalhes depois, ok?
No Clube da Helô você não paga mensalidade, não precisa de carteirinha, nem de exame médico. Aqui, quem tem mente aberta, bondade no coração e alegria no sangue é visitante vip. E para esses a entrada é liberada! Seja bem-vindo! :D
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Saúde!
Chegando o fim da sexta-feira e, com ele, o Som de Sexta de hoje. Depois do sucesso da inauguração da clínica Pró Saúde, na qual meu namorado Vagner Dresch é fisioterapeuta e dá aulas de Pilates, em Vera Cruz, eis uma boa indicação da dona Juliana, minha mãe. Música para dar todo o ânimo que o findi precisa.
Ê bagunça
Toda vez que entro no meu quarto fico admirada com minha capacidade para não gerenciar o tempo. Desde a faculdade esses surtos de culpa tinham amenizado um monte, mas desde que voltei do Rio de Janeiro tudo parece ter se agravado.
Terrorismos e dramas à parte, compromissos quase todas as noites já dão um preview do que serão os próximos meses. Mesmo que possa parecer embaraçoso para a agenda, não posso reclamar. De jeito nenhum. Afinal, quanto mais convites, mais amigos, mais momentos lindos, mais guloseimas.
Na noite de ontem, por exemplo, tive que deixar o blog novamente de lado devido a um jantarzinho gostoso marcado quase que na última hora. E na ânsia de aproveitar cada minuto precioso, esqueci de registrar novos sabores de pizza e o tal (e divino) petit gateau para o Provar para crer que não existiu.
Na tentativa de me redimir, hoje publico uma dica que aprendi com a nutricionista Traudi Kipper, e que levo com muito gosto. Sabe aquele iogurte natural com gosto azedo ou de nada? Para que ele fique com um gostinho tribom nada melhor que acrescentar um pouco de pó de gelatina. Saudável, nada calórico e bom, bom, bom.
O mesmo vale para driblar a vontade (quase) incontrolável de saborear um chocolate quente nos dias mais friozinhos. Bastam duas colheres (ou mais, ou menos) de gelatina (qualquer sabor) e água quente. Fica uma espécie de chazinho cheiroso e delicioso.
Terrorismos e dramas à parte, compromissos quase todas as noites já dão um preview do que serão os próximos meses. Mesmo que possa parecer embaraçoso para a agenda, não posso reclamar. De jeito nenhum. Afinal, quanto mais convites, mais amigos, mais momentos lindos, mais guloseimas.
Na noite de ontem, por exemplo, tive que deixar o blog novamente de lado devido a um jantarzinho gostoso marcado quase que na última hora. E na ânsia de aproveitar cada minuto precioso, esqueci de registrar novos sabores de pizza e o tal (e divino) petit gateau para o Provar para crer que não existiu.
Na tentativa de me redimir, hoje publico uma dica que aprendi com a nutricionista Traudi Kipper, e que levo com muito gosto. Sabe aquele iogurte natural com gosto azedo ou de nada? Para que ele fique com um gostinho tribom nada melhor que acrescentar um pouco de pó de gelatina. Saudável, nada calórico e bom, bom, bom.
O mesmo vale para driblar a vontade (quase) incontrolável de saborear um chocolate quente nos dias mais friozinhos. Bastam duas colheres (ou mais, ou menos) de gelatina (qualquer sabor) e água quente. Fica uma espécie de chazinho cheiroso e delicioso.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Preciso me encontrar
Faz exatamente uma semana que comuniquei o breve abandono do blog. Nesse tempo muita coisa aconteceu. Lá no Sudeste do Brasil, alcancei um objetivo idealizado para este ano: visitar o Rio de Janeiro. Hoje, ao voltar à ativa, amigos e colegas pediram pelas fotos da viagem. Como foram mais de mil, no total, ainda estou fazendo a seleção para o álbum do Facebook. Baita dilema.
Infelizmente a internet não quer ajudar de jeito nenhum. Por isso, a passagem pelo Clube da Helô também será breve nesta quarta. Mesmo que haja várias histórias a contar, a vida real bateu à porta com força total. Ao contrário dos últimos dias, quando não se via a hora de ir dormir, agora preciso encontrar o novo ritmo - e bem disciplinado. Tudo bem, eu confesso: sou muito devagar quando acordo de um sonho bom.
Por enquanto deixo apenas uma imagem (foto de Vagner Dresch) captada em mais uma bela e maravilhosa viagem que tive o prazer de fazer até hoje. Quinta e sexta tem mais. Na verdade, se tratando do estado fluminense não haveria dias suficientes para falar (e conhecer) sobre toda aquela energia e beleza singular. Simbora, então, amanhã tem mais!
Infelizmente a internet não quer ajudar de jeito nenhum. Por isso, a passagem pelo Clube da Helô também será breve nesta quarta. Mesmo que haja várias histórias a contar, a vida real bateu à porta com força total. Ao contrário dos últimos dias, quando não se via a hora de ir dormir, agora preciso encontrar o novo ritmo - e bem disciplinado. Tudo bem, eu confesso: sou muito devagar quando acordo de um sonho bom.
Por enquanto deixo apenas uma imagem (foto de Vagner Dresch) captada em mais uma bela e maravilhosa viagem que tive o prazer de fazer até hoje. Quinta e sexta tem mais. Na verdade, se tratando do estado fluminense não haveria dias suficientes para falar (e conhecer) sobre toda aquela energia e beleza singular. Simbora, então, amanhã tem mais!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Só alegria
Apesar de gostar muito desse blog, é com muita alegria e felicidade que comunico um breve abandono. Gostaria, sim, de falar sobre muitas coisas nesta semana: as histórias da estante lá de casa, as dúvidas que carrego sobre a temática "o que pensam de mim" e muito mais.
O fato é que as coisas estão mais corridas do que imaginei. Ontem mesmo dormi tarde e ainda assim não consegui atualizar o probrezinho. Mas o grande lance que deverá me manter afastada do mundo virtual, até terça-feira que vem, é a grande (enorme, devido ao meu entusiasmo) viagem que faço a partir de amanhã.
Alguns já sabem o roteiro, outros não. Mesmo assim, somente na semana que vem publico algumas fotos e detalhes aqui. Só posso adiantar, por enquanto, que ela é a concretização de uma meta estabelecida para 2012. (Iupiii!!). Mais, faça chuva, faça sol os dias de descanso e aventuras também servirão para a comemoração do primeiro ano de namoro com o seu Vagner. Nem parece, mas já faz todo esse tempo...
Para ilustrar este post escolhi, então, uma foto que anda rodando pelo Face. Adoro ela, pois exprime justamente o que penso sobre viajar. Então lá vou eu, lá vamos nós para mais uma viagem. E que seja linda, e que dê tudo certo. Amém. ;)
O fato é que as coisas estão mais corridas do que imaginei. Ontem mesmo dormi tarde e ainda assim não consegui atualizar o probrezinho. Mas o grande lance que deverá me manter afastada do mundo virtual, até terça-feira que vem, é a grande (enorme, devido ao meu entusiasmo) viagem que faço a partir de amanhã.
Alguns já sabem o roteiro, outros não. Mesmo assim, somente na semana que vem publico algumas fotos e detalhes aqui. Só posso adiantar, por enquanto, que ela é a concretização de uma meta estabelecida para 2012. (Iupiii!!). Mais, faça chuva, faça sol os dias de descanso e aventuras também servirão para a comemoração do primeiro ano de namoro com o seu Vagner. Nem parece, mas já faz todo esse tempo...
Para ilustrar este post escolhi, então, uma foto que anda rodando pelo Face. Adoro ela, pois exprime justamente o que penso sobre viajar. Então lá vou eu, lá vamos nós para mais uma viagem. E que seja linda, e que dê tudo certo. Amém. ;)
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Chuva de...
Sequência de dias chuvosos pode ser bem interessante. Depende do ponto de vista, da criatividade, da força de vontade. Este último fator é essencial, afinal é preciso muita, mas muita coragem para deixar a bacia de bolinhos ou a cama de lado.
Quando o sol não dá as caras, ficar dentro de casa e inventar o que quer que seja é tarefa obrigatória. E os programas para os dias de mau humor de São Pedro são muitos. No domingo, por exemplo, cansei da mesmice. Logo eu, com uma Nikon emprestada em mãos, me vi triste diante da falta de céuzão azul e tudo mais.
O jeito, então, foi encarar o tempo chuvoso. Na frente de casa, passei alguns minutos brincando de fotógrafa, ensaiando ângulos, mirando incertezas. Pra variar, gato e cachorro foram modelos em potencial, apesar da falta de paciênica. Por fim, o óbvio capturou meu cliques. Perceba, foi a gota d´água.
Quando o sol não dá as caras, ficar dentro de casa e inventar o que quer que seja é tarefa obrigatória. E os programas para os dias de mau humor de São Pedro são muitos. No domingo, por exemplo, cansei da mesmice. Logo eu, com uma Nikon emprestada em mãos, me vi triste diante da falta de céuzão azul e tudo mais.
O jeito, então, foi encarar o tempo chuvoso. Na frente de casa, passei alguns minutos brincando de fotógrafa, ensaiando ângulos, mirando incertezas. Pra variar, gato e cachorro foram modelos em potencial, apesar da falta de paciênica. Por fim, o óbvio capturou meu cliques. Perceba, foi a gota d´água.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Deu bolo
Sexta feira é tão, mas tão deliciosa que deveria ser um eterno bolo de chocolate. Ah, lembrei agora das tortas de Nescau, de bolacha e de tudo o mais que seja maravilhoso com o bendito.
Neste momento, enquanto conto os minutos para deliciar um sorvete, publico, então, o Provar para crer, que era para ter sido ontem. O cupcake abaixo foi a aposta da quinta-feira para o meu lanche da tarde. Daqueles bolinhos de deixar mão lambuzada, a belezinha era, sim, deliciosa. Há algo de chocolate que não seja bom?
Neste momento, enquanto conto os minutos para deliciar um sorvete, publico, então, o Provar para crer, que era para ter sido ontem. O cupcake abaixo foi a aposta da quinta-feira para o meu lanche da tarde. Daqueles bolinhos de deixar mão lambuzada, a belezinha era, sim, deliciosa. Há algo de chocolate que não seja bom?
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Meu engano
Passei o dia todo pensando no Som de sexta sem me tocar que era quinta. Ainda me preocupei em fotografar um cupcake para o Provar para crer, mas mesmo assim insisti no erro. A vontade pelo fim de semana é grande, eu sei. Preciso aguentar só mais um pouquinho. Ufa!
Por isso, hoje tem troca no blog. Música nesta noite e amanhã a "delícia do dia". Preguiça também pode provocar mudanças de vez em quando (baita desculpa!). Bye e até a sexta, afinal.
Por isso, hoje tem troca no blog. Música nesta noite e amanhã a "delícia do dia". Preguiça também pode provocar mudanças de vez em quando (baita desculpa!). Bye e até a sexta, afinal.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Amor de quarta
Morar longe do trabalho pode fazer mal ao bolso. Isso se você tiver, de vez em quando, ataques consumistas, assim como eu tive hoje (e isso que nem foi dos mais terríveis). Almoçar no refeitório da empresa e não ir para casa achando que vai economizar vira ilusão com uma simples caminhada no Centro.
Lojas abertas, produtos loucos para fazer companhia até em casa e um mundo todo de novidades. Quisera eu meu salário ser tão grande quanto o que eu gostaria de adquirir, de sonhar. Mesmo diante de melancolias estranhas, ainda dou graças por não ganhar tudo de mão beijada, de não ter nascido em berço de ouro. O que é fácil demais não me agrada.
Eis que nesta quarta, enfim, tive a sorte de poder comprar algumas coisinhas fofas. Sempre que visito a Aquarela Papelaria preciso de muuuuuito controle. Às vezes, quando procuro algo específico, tento focar ao máximo no objetivo. Se olhar para os lados... Ih, já era. Quase tudo o que tem por lá faz soar "aiiii, que legal!!", "que amor", "adorei!", entre tantas outras coisitas.
Assim não resisti à Caneta Cachorrão, ao amado balde retrô para pipoca da Pepsi e a alguns presentinhos. Tudo de bom! Produtos criativos, amo vocês!
Seguindo o dia de compras, ao passar no atelier da Lady Pulga, ou da Faby, me deparei com mais fofuras. Além da pulga linda que ganhei em uma promoção, vi a bolsa clutch de oncinha (abaixo). E o melhor: feita com caixinha de leite! Amei, amei, amei.
Na semana que vem viajo para um lugar tão, tão distante, e tão, tão bonito. Por lá, espero encontrar outras delícias para adquirir. Detalhes e o resultado da busca conto somente depois do feriadão. Enquanto isso, muito criatividade para os próximos dias. A vida pede!
Lojas abertas, produtos loucos para fazer companhia até em casa e um mundo todo de novidades. Quisera eu meu salário ser tão grande quanto o que eu gostaria de adquirir, de sonhar. Mesmo diante de melancolias estranhas, ainda dou graças por não ganhar tudo de mão beijada, de não ter nascido em berço de ouro. O que é fácil demais não me agrada.
Eis que nesta quarta, enfim, tive a sorte de poder comprar algumas coisinhas fofas. Sempre que visito a Aquarela Papelaria preciso de muuuuuito controle. Às vezes, quando procuro algo específico, tento focar ao máximo no objetivo. Se olhar para os lados... Ih, já era. Quase tudo o que tem por lá faz soar "aiiii, que legal!!", "que amor", "adorei!", entre tantas outras coisitas.
Assim não resisti à Caneta Cachorrão, ao amado balde retrô para pipoca da Pepsi e a alguns presentinhos. Tudo de bom! Produtos criativos, amo vocês!
Seguindo o dia de compras, ao passar no atelier da Lady Pulga, ou da Faby, me deparei com mais fofuras. Além da pulga linda que ganhei em uma promoção, vi a bolsa clutch de oncinha (abaixo). E o melhor: feita com caixinha de leite! Amei, amei, amei.
Na semana que vem viajo para um lugar tão, tão distante, e tão, tão bonito. Por lá, espero encontrar outras delícias para adquirir. Detalhes e o resultado da busca conto somente depois do feriadão. Enquanto isso, muito criatividade para os próximos dias. A vida pede!
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Viva a nostalgia
Não sei como o tempo faz isso, mas ele caminha muito rápido. Rápido demais. Hoje, por exemplo, faz dois anos que estou formada. Isso mesmo. No dia 11 de setembro de 2010, as portas do auditório central da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) se abriram para uma noite histórica. Inesquecível para mim, para meus ilustres colegas, para nossos familiares, para nossos amigos e para todos os outros que abrilhantaram a noite.
Teria muito mais para escrever aqui. Mas as fotos que vi há pouco, em arquivos pessoais, trouxeram uma saudade sem fim. Fiquei alegre, fiquei triste, fiquei sem forças. Aqui, então, apenas alguns registros de uma formatura que eu amei demais. Da cerimônia ao fim da festa. Quem dera poder ter a chance de viver tudo aquilo de novo. Quem dera poder gritar de novo: "enfim, jornalista!"
Teria muito mais para escrever aqui. Mas as fotos que vi há pouco, em arquivos pessoais, trouxeram uma saudade sem fim. Fiquei alegre, fiquei triste, fiquei sem forças. Aqui, então, apenas alguns registros de uma formatura que eu amei demais. Da cerimônia ao fim da festa. Quem dera poder ter a chance de viver tudo aquilo de novo. Quem dera poder gritar de novo: "enfim, jornalista!"
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Nossos looks
Abrir um mercado. Esse foi o grande sonho que carreguei por anos (e acho que ainda carrego). Neta de comerciante, fiquei louca de faceria quando meu pai abriu um, lá em 1995. Vi o velho armazém abrir suas portas e esperar pela prosperidade. Ainda lembro da foto que tirei, ao lado do meu irmão, segurando balões, em frente ao prédio e ao lado da placa "Aqui, mercado".
O destino, no entanto, reservou uma surpresa. Ao ser chamado para trabalhar na Afubra, o seu Mário deixou o mercado de lado, ou melhor, deixou aos cuidados dos irmãos Clóvis e Marco. Mesmo assim, me deliciava a cada ida até lá. Acompanhava as vendas, conferia novos produtos e torcia, torcia muito, para poder atender alguém. A grande realização da pequena Heloísa. Que saudade!
Com o tempo vi os negócios prosperarem. Novos carros, ampliações, investimentos. Compartilhava o negócio dos tios como se fosse o meu. Mais uns anos se passaram e também acompanhei, triste, a segunda falência. Os motivos não convêm comentar aqui, apenas minha desilusão e desolação. Era o fim do conto de fadas.
***
O espírito empreendedor, contudo, jamais morreu. Falta coragem, eu sei, mas dei um grande passo nesse ano. Com algumas peças de roupas em mãos, a ideia de promover um brechó. Sendo a única a acreditar que poderia dar certo, insisti e fiz (relembre aqui). Deu certo. A partir daí ganhei mais que uns trocados. Ganhei um grande time de sonhadores.
Assim, no último sábado ocorreu o 2º Brechó da Lolô. Após passar a tarde do feriado organizando o espaço, as portas foram abertas, no dia 8, para que pessoas pudessem adquirir peças por valores populares. Eu, e todo o time que me acompanhou (e que vai continuar me acompanhando) acreditamos que a valorização parte da compra, mesmo que pequena.
Das 10h às 16h recebemos uma porção de pessoas bacanas. E rimos, compartilhamos um dia ao lado de amigos, coletamos histórias, trocamos experiências, além de nutrir um sentimento engraçado de cumplicidade no projeto "louco" que deu certo.
Gostaria muito que meu avô estivesse vendo tudo isso, onde quer que ele esteja. Mais do que um brechó, a equipe deu vida ao velho armarinho, que recebia viajantes, vendia da linha ao tecido, que levava força e alegria a centenas de lares do Rincão da Serra.
Obrigada a todos que estão fazendo parte disso tudo. Estou enriquecendo minha alma e meu coração. Dia 10 de novembro tem mais. E eu não vejo a hora de viver de novo isso tudo, de sentir toda essa emoção mais uma vez.
O destino, no entanto, reservou uma surpresa. Ao ser chamado para trabalhar na Afubra, o seu Mário deixou o mercado de lado, ou melhor, deixou aos cuidados dos irmãos Clóvis e Marco. Mesmo assim, me deliciava a cada ida até lá. Acompanhava as vendas, conferia novos produtos e torcia, torcia muito, para poder atender alguém. A grande realização da pequena Heloísa. Que saudade!
Com o tempo vi os negócios prosperarem. Novos carros, ampliações, investimentos. Compartilhava o negócio dos tios como se fosse o meu. Mais uns anos se passaram e também acompanhei, triste, a segunda falência. Os motivos não convêm comentar aqui, apenas minha desilusão e desolação. Era o fim do conto de fadas.
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O espírito empreendedor, contudo, jamais morreu. Falta coragem, eu sei, mas dei um grande passo nesse ano. Com algumas peças de roupas em mãos, a ideia de promover um brechó. Sendo a única a acreditar que poderia dar certo, insisti e fiz (relembre aqui). Deu certo. A partir daí ganhei mais que uns trocados. Ganhei um grande time de sonhadores.
Assim, no último sábado ocorreu o 2º Brechó da Lolô. Após passar a tarde do feriado organizando o espaço, as portas foram abertas, no dia 8, para que pessoas pudessem adquirir peças por valores populares. Eu, e todo o time que me acompanhou (e que vai continuar me acompanhando) acreditamos que a valorização parte da compra, mesmo que pequena.
Das 10h às 16h recebemos uma porção de pessoas bacanas. E rimos, compartilhamos um dia ao lado de amigos, coletamos histórias, trocamos experiências, além de nutrir um sentimento engraçado de cumplicidade no projeto "louco" que deu certo.
Gostaria muito que meu avô estivesse vendo tudo isso, onde quer que ele esteja. Mais do que um brechó, a equipe deu vida ao velho armarinho, que recebia viajantes, vendia da linha ao tecido, que levava força e alegria a centenas de lares do Rincão da Serra.
Obrigada a todos que estão fazendo parte disso tudo. Estou enriquecendo minha alma e meu coração. Dia 10 de novembro tem mais. E eu não vejo a hora de viver de novo isso tudo, de sentir toda essa emoção mais uma vez.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Bom caldo
Amo de paixão estandes criativos, com diferenciais. Abomino visitar feiras, festas e eventos onde se vê aqueles espaços vazios, apenas com poltrona bonita, vaso de flor no canto e recepcionista entediada. Gosto de criatividade e emoção.
Levando tudo isso em conta, quase surtei quando vi os atrativos de uma empresa na 35ª Expointer. Além do visual caprichado, por lá os visitantes eram convidados a sentar e a comer uma pipoquinha. Para tanto, uma máquina ficava à disposição o dia todo. A delícia era distribuída em saquinhos ou em baldinhos, como você vê nas fotos abaixos.
Para minha grande surpresa, o estande também oferecia caldinho de feijão. Amei, amei, amei! Como nunca tinha visto nada igual (desconfio ser bicho do mato) logo pedi para experimentar. Realmente é uma delícia. Não hesite quando tiver a oportunidade de saborelá-lo. Provei e aprovei! Aqui tem mais informações sobre o Caldinho de Feijão Jambo.
Levando tudo isso em conta, quase surtei quando vi os atrativos de uma empresa na 35ª Expointer. Além do visual caprichado, por lá os visitantes eram convidados a sentar e a comer uma pipoquinha. Para tanto, uma máquina ficava à disposição o dia todo. A delícia era distribuída em saquinhos ou em baldinhos, como você vê nas fotos abaixos.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Minhas escolhas
Estou acostumada a fazer escolhas a partir da emoção. Acredite. Eu, sempre prática, desajeitada, tímida, sem capacidade para dizer coisas bonitas de graça, caí nessa. Li artigos, visualizei apresentações bregas de powerpoint, me afundei no sentimentalismo e agora não encontro o caminho de volta. Não, não virei manteiga derretida, não virei perito em puxar saco. Ainda continuo eu, mas com ares de diferente.
Na noite de ontem cansei de tudo. Chorei. E o coração doía sem precisar doer. Sabe quando as coisas ruins parecem não ter fim? Quando tudo o que você faz parece ser em vão? Adoeci. Talvez efeito imediato do talento de Mel Gibson em O Castor. Quem me dera poder trocar minha habilidade em ser deprimida por qualquer outra coisa que renda frutos melhores, maiores. (Suspiros).
Voltando às escolhas. Ontem não escrevi nada por aqui. Perto da meia-noite, quando já estava me preparando para dormir, bem cansada das atividades que invento, lembrei: "ah, e o blog?". Sentimento de culpa à tona de um lado, namorado de outro. Deixei de lado, então, o gostinho tribom da atualização diária para cair em braços queridos, carinhosos. Escolhi o abraço, o beijo, a paz.
Hoje não foi diferente. Fiz malabarismos, cansei de novo, mas foi por uma boa causa. Entre uma noite calma ou boas companhias, escolhi a segunda opção. Janta na casa da dinda, com a mãe, a vó e a prima. Pode ter coisa melhor? Se houver me avise, deve ser bom demais.
Na noite de ontem cansei de tudo. Chorei. E o coração doía sem precisar doer. Sabe quando as coisas ruins parecem não ter fim? Quando tudo o que você faz parece ser em vão? Adoeci. Talvez efeito imediato do talento de Mel Gibson em O Castor. Quem me dera poder trocar minha habilidade em ser deprimida por qualquer outra coisa que renda frutos melhores, maiores. (Suspiros).
Voltando às escolhas. Ontem não escrevi nada por aqui. Perto da meia-noite, quando já estava me preparando para dormir, bem cansada das atividades que invento, lembrei: "ah, e o blog?". Sentimento de culpa à tona de um lado, namorado de outro. Deixei de lado, então, o gostinho tribom da atualização diária para cair em braços queridos, carinhosos. Escolhi o abraço, o beijo, a paz.
Hoje não foi diferente. Fiz malabarismos, cansei de novo, mas foi por uma boa causa. Entre uma noite calma ou boas companhias, escolhi a segunda opção. Janta na casa da dinda, com a mãe, a vó e a prima. Pode ter coisa melhor? Se houver me avise, deve ser bom demais.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Mais rápido
Teria vários assuntos para tratar nesta segunda-feira. Até me preocupei em fazer fotos na Festa das Flores, ontem, no Parque da Oktoberfest, para mostrar aqui. Separei vários momentos para compartilhar, mas minha paciência disse, há pouco: "não estou com muito saco para blog hoje".
Solidária que sou, sugeri um acordo. Post rápido, mas que ainda traduza um pouco do meu fim de semana.
Não tenho a vida perfeita, longe disso, mas me esforço ao máximo para que os dias não sejam em branco, para que a diversão esteja presente nem que seja por umas horinhas, para que a vida não passe por passar, para que eu viva meus vinte e poucos anos com intensidade, antes que os trinta cheguem.
Nessa onda, confesso, às vezes invento tanta coisa, mas tanta coisa, que quase perco o fôlego - e ainda mato de cansaço quem se aventura junto. Mas antes de perder o ar ainda tento ir com ele para mais um lugar. Quem sabe aprendo a voar?
Abaixo imagem do início de noite do meu domingo, dia 2 de setembro. Ao ver o registro ri tanto, mas tanto que achei estar, de novo, no fim de semana. Próximos dias, venham na paz, tragam mais sorrisos! ;)
Solidária que sou, sugeri um acordo. Post rápido, mas que ainda traduza um pouco do meu fim de semana.
Não tenho a vida perfeita, longe disso, mas me esforço ao máximo para que os dias não sejam em branco, para que a diversão esteja presente nem que seja por umas horinhas, para que a vida não passe por passar, para que eu viva meus vinte e poucos anos com intensidade, antes que os trinta cheguem.
Nessa onda, confesso, às vezes invento tanta coisa, mas tanta coisa, que quase perco o fôlego - e ainda mato de cansaço quem se aventura junto. Mas antes de perder o ar ainda tento ir com ele para mais um lugar. Quem sabe aprendo a voar?
Abaixo imagem do início de noite do meu domingo, dia 2 de setembro. Ao ver o registro ri tanto, mas tanto que achei estar, de novo, no fim de semana. Próximos dias, venham na paz, tragam mais sorrisos! ;)
sábado, 1 de setembro de 2012
O primeiro
Sempre que chegava o mês de agosto me preocupava mais em poder visitar a Expointer do que com o tal cachorro louco. Lia jornais, assistia os noticiários, navegava por fotografias, mas nada de ir até o Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
Quando comecei a trabalhar na Editora Gazeta, em novembro de 2010, me enchi de esperanças. Afinal, sabia que todos os anos a equipe visitava o evento, considerado um dos maiores do mundo do gênero. O ano seguinte chegou, a Expointer foi aberta, mas nenhuma movimentação para visitá-la. Confesso, sou muito azarada, às vezes.
Este ano, no entanto, não deixei escapar. Assim, meus pés viveram a força da feira ontem, último dia do mês oito de 2012. A sexta-feira foi corrida, cansativa, rica e apaixonante. Aproveitei a oportunidade, também, para conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pelas minhas colegas da área comercial. Ajudei elas e elas me ajudaram a entender outro mundo. (Ano que vem quero viver a Expointer de novo!)
No fim da tarde, porém, quando cheguei em casa meu corpo morreu. Pernas cansadas, pés doendo, costas pedindo cama, com urgência. Por isso, não teve Som de sexta por aqui. Simplesmente não tinha mais forças para teclar, apesar de ter para xingar o vizinho que deixa seu cachorro chorando o DIA TODO. (Isso eu conto melhor outra hora.)
Hoje, então, aproveito para celebrar o primeiro dia do mês de setembro com uma grande música que escutei por lá. Enquanto passeava pelos estandes, ouvi a Balseiros do Rio Uruguai e lembrei, imediatamente, dos tempos de coral da Escola Ernesto Alves de Oliveira. Éramos as melancias mais cantantes e felizes vivendo a música com intensidade.
Além de saudar este maravilhoso sábado, de céu limpo e azul, aproveito para pedir a São Miguel proteção e muita calma nas próximas semanas. Afinal, chuva faz bem, mas eu quero um setembro inteiro somente para sorrir e cantar alegrias. Seja bem-vindo!
Quando comecei a trabalhar na Editora Gazeta, em novembro de 2010, me enchi de esperanças. Afinal, sabia que todos os anos a equipe visitava o evento, considerado um dos maiores do mundo do gênero. O ano seguinte chegou, a Expointer foi aberta, mas nenhuma movimentação para visitá-la. Confesso, sou muito azarada, às vezes.
Este ano, no entanto, não deixei escapar. Assim, meus pés viveram a força da feira ontem, último dia do mês oito de 2012. A sexta-feira foi corrida, cansativa, rica e apaixonante. Aproveitei a oportunidade, também, para conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pelas minhas colegas da área comercial. Ajudei elas e elas me ajudaram a entender outro mundo. (Ano que vem quero viver a Expointer de novo!)
No fim da tarde, porém, quando cheguei em casa meu corpo morreu. Pernas cansadas, pés doendo, costas pedindo cama, com urgência. Por isso, não teve Som de sexta por aqui. Simplesmente não tinha mais forças para teclar, apesar de ter para xingar o vizinho que deixa seu cachorro chorando o DIA TODO. (Isso eu conto melhor outra hora.)
Hoje, então, aproveito para celebrar o primeiro dia do mês de setembro com uma grande música que escutei por lá. Enquanto passeava pelos estandes, ouvi a Balseiros do Rio Uruguai e lembrei, imediatamente, dos tempos de coral da Escola Ernesto Alves de Oliveira. Éramos as melancias mais cantantes e felizes vivendo a música com intensidade.
Além de saudar este maravilhoso sábado, de céu limpo e azul, aproveito para pedir a São Miguel proteção e muita calma nas próximas semanas. Afinal, chuva faz bem, mas eu quero um setembro inteiro somente para sorrir e cantar alegrias. Seja bem-vindo!
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