Depois que descobri o carreteiro de charque todos os outros ficaram para trás na lista de preferidos. Claro que eu ainda amo o de linguiça, amo o de churrasco, mas o de charque se tornou meu queridinho. Ai, dá água na boca só de pensar.
Na semana passada tive o grande prazer de experimentar o prato no restaurante Gaudério, em Santa Cruz do Sul (RS). A porção, que era para duas pessoas, podia muito bem servir três. Mesmo assim, a gula foi tão grande que eu e o Vagner, meu namorado, devoramos tudo. Só eu me servi três vezes. Delícia, delícia, assim você me mata... (Não acredito que escrevi isso.)
Os últimos dias têm sido tão engordantes que o Provar pra crer de hoje é em dose dupla. Na noite de ontem, quarta-feira, resolvi fazer um bolo, lá pelas 23h (quem viu meu Face já sabe). Como as últimas experiências na cozinha não tinham sido nada boas - queimei uma leiteira para sempre e enchi o micro com água, fazendo miojo-, arrisquei o resto da esperança de cozinheira que permanecia em meu ser. Com medo do resultado, fui em frente.
Quando o relógio marcou meia-noite, e um cheirinho bom invadiu a cozinha, tirei o dito cujo do forninho. Para surpresa e alegria de todos... O bolo deu certo! Nem acreditei. Lágrimas forever. Maaaaaas é claro que nem tudo foram flores. Dá uma olhada na foto abaixo. Mas é como dizem: nessa vida beleza não é tudo. (Ainda bem!)
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