Academia Movimento & Saúde, em Vera Cruz
Em janeiro deste ano tudo isso mudou. Sim, já faz seis meses que frequento academia. Às vezes nem consigo acreditar. Sou aluna que se puxa, que procura ir as três vezes por semana, conforme estabelecido. Claro que a preguiça impera de vez em quando, claro que o frio faz ajustes nos horários, mas o que mais me impressiona é o gosto que tomei pela prática. Não consigo me imaginar sem (nem quero!).
Como isso aconteceu? Sinceramente não sei. Talvez de tanto ler "exercício faz bem", "quem é sedentário pode ter sérios problemas de saúde", "ao praticar exercícios os benefícios são muitos" meu cérebro, meu corpo e minha mente entenderam que era a hora de deixar o sofá e as guloseimas de lado. Era hora de recorrer a algo que realmente é do bem.
Confesso, porém, que de vez em quando dá vontade de desistir. É tão mais cômodo ficar em casa, no quentinho. Mas aí vem aquela lição que decidi carregar para sempre: prefiro gastar uma hora e meia a cada ida na academia do que dias deitada na cama de um hospital. Prefiro me mexer do que encurtar o tempo de vida, ou evitar que, no futuro, eu faça parte do grupo de obesos, hipertensos, atrofiados e outros grupinhos.
Para reforçar esse meu pensamento "ui, sou saudável" sempre procuro ler materiais a respeito. Hoje, enquanto fazia meus 20 minutos de bike aproveitei para reforçar meu leque de leitura. Folhei a Women's Health e encontrei várias matérias interessantes, de nutrição à musculação. Foi aí que lembrei de compartilhar algo do tipo aqui no blog.
No link abaixo tem um texto bacana sobre o ovo (li em outra edição da revista). Depois de estudos, cientistas chegaram à conclusão de que ele pode fazer muito bem pra quem come com moderação. Confera e depois me convida para apreciar uma omelete. Pode ser? ;)
Ele não é vilão!


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