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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Adoráveis pantufas

Início de mês. Perdição total, tristeza total. Falsa alegria. Contas, contas e mais contas. Elas não seriam problema se houvesse controle. Muito controle, por sinal. Hoje, por exemplo, fui pagar a segunda parcela de um carnê e já fiz outro. Sim, é isso mesmo que você leu. Maaaas, antes de pensar que sou uma menina fútil, que gasta todo o seu dinheiro assim, num instante, calma, muita calma.

Sempre tive uma relação de muita responsabilidade com dinheiro. Em alguns momentos até demais. Na escola era daquelas que nunca gastava o troco do lanche com pirulitos. Todos os trocados eram guardados. Cada centavo contado dia após dia. Ah, como era bom acumular. Se achasse um centavo na rua, o dia estava gango. Às vezes, no entanto, essa mania Tio Patinhas me deixava frustrada. Eu não me permitia coisas que queria de verdade para poupar. Mão-de-vaquice ao extremo.

Tudo nessa vida, porém, tem um motivo. Sempre se deve analisar o contexto da situação, já dizia Martha Medeiros. Como essa história é muuuuuito longa, vou deixar para uma próxima. O fato é que economizar, como tudo nesse vida, tem seu lado bom e seu lado ruim. Já fiz muita coisa bacana pelo fato de não ter gasto em bobagenzinhas sem sentido. Iupi!

Resumindo: não me arrependo de nada. Com o tempo (e, acredite, com a ajuda de terapeuta!), aprendi a fazer as duas coisas: me sentir feliz ao gastar e realizada ao economizar, pensando no futuro.

Apaixonada por coisas fofas, gatos e Disney, eis a minha compra do dia. Relutei, mas não resisti quando vi de novo na loja. Parecia que esperava por mim há anos. É tanto amor que estou com muita pena de usar. Ah, maldito consumismo.



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