Hoje, quando abri meu chiclete Valda lembrei de um desses momentos. Quando frequentava o Sesi, em Santa Cruz do Sul (RS), no turno inverso ao da escola, eu e uma dupla de amigos se realizava ao adquirir a tal goma de mascar. Elaborávamos escapadas estratégicas para comprar a guloseima na farmácia, na esquina do prédio onde ficávamos. Quinze centavos e o mundo era nosso. Toda a magia do dia se resumia naquele gostinho delicioso de menta.
Os anos se passaram e lembro disso toda vez que compro Valda. Amo de verdade, com toda a intensidade e com todo o amor que um chiclé merece. Desconfio, até, que esse amor traduza a saudade que sinto daquelas fugas, no auge dos meus sete anos.
Agora, aos vinte e poucos ainda busco a coragem que tinha naquele tempo. Procuro incentivos para correr atrás daquilo que realmente desejo. Deixar os diabinhos de lado e seguir, rumo à realização. Preciso disso mais do que nunca. Uma necessidade extrema para alguém que nunca gostou de mastigar dias infelizes.
Ps.: ontem não teve post. Que coisa feia. Mas foi por um bom motivo. Jantei na churrascaria Centenário, em Santa. Até aí tudo bem. O problema é que comi demais. Além da conta, sô. Resultado: o restante da noite como uma jibóia. Sem mais.
felicidade em forma de chiclete! ótimo post e ótima reflexão…
ResponderExcluirÊêêê!!! Meu melhor leitor comentou o post! Hahahaha. Obrigada pelo comentário... E vamos comer Valda. Hahahaha
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