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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O mundo por um Valda

Tem coisas nessa vida que marcam mesmo. Às vezes surpreendem em permanecer na memória pelo fato de nem serem tão surpreendentes assim. Vai saber.

Hoje, quando abri meu chiclete Valda lembrei de um desses momentos. Quando frequentava o Sesi, em Santa Cruz do Sul (RS), no turno inverso ao da escola, eu e uma dupla de amigos se realizava ao adquirir a tal goma de mascar. Elaborávamos escapadas estratégicas para comprar a guloseima na farmácia, na esquina do prédio onde ficávamos. Quinze centavos e o mundo era nosso. Toda a magia do dia se resumia naquele gostinho delicioso de menta.

Os anos se passaram e lembro disso toda vez que compro Valda. Amo de verdade, com toda a intensidade e com todo o amor que um chiclé merece. Desconfio, até, que esse amor traduza a saudade que sinto daquelas fugas, no auge dos meus sete anos.

Agora, aos vinte e poucos ainda busco a coragem que tinha naquele tempo. Procuro incentivos para correr atrás daquilo que realmente desejo. Deixar os diabinhos de lado e seguir, rumo à realização. Preciso disso mais do que nunca. Uma necessidade extrema para alguém que nunca gostou de mastigar dias infelizes.



Ps.: ontem não teve post. Que coisa feia. Mas foi por um bom motivo. Jantei na churrascaria Centenário, em Santa. Até aí tudo bem. O problema é que comi demais. Além da conta, sô. Resultado: o restante da noite como uma jibóia. Sem mais.

2 comentários:

  1. felicidade em forma de chiclete! ótimo post e ótima reflexão…

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  2. Êêêê!!! Meu melhor leitor comentou o post! Hahahaha. Obrigada pelo comentário... E vamos comer Valda. Hahahaha

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