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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

De novo e cada vez mais

Vencer a preguiça e a comodidade pode ser bom demais (exceto quando é para trabalhar. heheehe). No sábado criei vergonha na cara e cumpri mais uma promessa. Demorou pouco mais de um mês para a teoria ganhar a prática. Mas é como dizem por aí: antes tarde do que nunca.

Eis que no dia 20 de outubro consegui levar meu afilhado Felipe e meus sobrinhos Ana Cláudia e Gustavo para um breve passeio. Rápido, mas intenso e compensador. Lamentei apenas não ter tirado outros sábados para promover mais passeios, mais sorrisos e, sem sombra de dúvida, mais sorvetes.

Das lembranças que guardo dos tempos de menina visualizo passeios com meus padrinhos. Uma ida ao circo, outra a um show de patinação, mais uma até a pizzaria e por aí vai. Enquanto minha vida era curtir o interior de Vera Cruz com outros dindos, alguns deles me proporcionavam essas descobertas urbanas. Pequenos gestos que valeram - e que ainda valem - muito.

Não sei por qual motivo não programo melhor o tempo (consolo: na época de faculdade era pior). Às vezes, na ânsia de querer fazer tudo, sinto que não faço nada. Ó, dilema.

Meu afilhado está prestes a completar seis anos e eu NUNCA (veja bem) tinha feito isso antes. Em quase 72 meses, como não consegui tirar umas horinhas para levá-lo a qualquer lugar? Alguém me explica, por favor?

Mais do que perder convites, detesto perder pessoas. E criança tem prazo para ser criança. Depois vira adulto esquecedor de passeios. O que me conforta, porém, é que até a adolescência ele e a dupla dinâmica têm mais alguns anos pela frente. A meta agora é encontrar mais segundos para curtir a todo momento. Foco, aí vou eu.

Os seis reais mais bem investidos nos últimos tempos

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