Eis que no início da semana ganhei coragem e enfrentei o coador, marrom, de plástico. Peguei um filtro (que já estava mofando lá em casa, se é que isso é possível) e armei o circo. Esquentei a água, coloquei duas colheres de sopa de café e uma leiteira embaixo. A receita devia dar conta de duas xícaras.
Tudo estava indo muito bem até o primeiro gole. Eu, que não gosto de açúcar com café, quase tive que recorrer a ele. Ficou, forte, mas muito forte. Tão forte que não consegui beber tudo. Lágrimas. Para o fim de semana, no entanto, estou programando uma reconciliação. Pretendo fazer uma sobremesa, a do Afogatto de Brigadeiro, que leva café coado junto. Aí, sim, doses mais controladas para garantir a felicidade do paladar. No Provar para crer da próxima quinta-feira conto como foi a aventura.
O Café do Nonno é produzido na região das Altas Montanhas do Espírito Santo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário