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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fiquei na janela

Ao rever as fotos de minha viagem a Vitória (ES), no início de maio deste ano, reservei um tempo a mais para contemplar uma imagem em especial. A fotografia que fiz do alto do esplêndido convento Nossa Senhora da Penha me deixou apaixonada. Amei relembrar, amei ter vivido aquele lugar, mas amei ainda mais uma janela. Pode haver parte mais interessante em um prédio, em uma casa, em um coração?

Descobri (de novo), naquele instante, que amo janelas. Emoldurar paisagens e guardá-las com o clique da câmera já se tornou uma das minhas tarefas preferidas. Por trás dos vidros, da madeira, da fechadura há tanta vida. Se abrem segredos, histórias, passados, flagras. E quem nunca se rendeu a uma janela, ao se debruçar sobre ela, que atire a primeira pedra.

Cansar de admirar tamanha beleza, jamais. Afinal, o que seria das princesas, das serenatas, dos românticos? O que seria do sol e dos limpadores de vidros? Parede duras, intactas, teimosas abrem exceção. Permitem que novas ideias surjam, que novos ventos soprem, que a chuva consolide sua beleza. Uma, duas, três janelas. O que for preciso para deixar a mente alçar voo e o olhar alcançar a vida.

Abaixo janelas que quis sentir para sempre.







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